REFUGIO_1338992590PEssa nova série não em interessou muito.

O thriller young adult de estréia do aclamado autor Harlan Coben, relata as estórias de Mickey, sobrinho de Myron Bolitar, protagonista da série do mesmo nome (resenhas no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/?s=myron+bolitar ). Mickey foi apresentado pelo autor, no livro Live Wire (resenha no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/2013/10/12/live-wire-harlan-coben-serie-myron-bolitar/) e agora ganha sua própria série – apesar dos muitos clichês apresentados.

Live wire

Live wire

O ano de Mickey não poderia dar mais errado. Depois de testemunhar a morte de seu pai e internar sua mãe numa clínica de reabilitação para viciados, ele tem de viver com seu tio Myron, que quem não gosta.

Felizmente, ele conhece uma garota, Ashley, e as coisas começam a melhorar.

Mas Ashely desaparece, forçando Mickey a seguir sua trilha até o submundo que revela a real natureza da garota.

Logo Mickey descobre sobre uma conspiração tão chocante que o faz questionar tudo que sabe até agora – até mesmo a morte de seu pai.

Eu não gosto dos livros da série Myron Bolitar, prefiro os thrillers isolados de Harlan Coben – e essa nova série também não me interessou muito.

Book trailer:

Vídeo em que Harlan Coben fala sobre o protagonista da série, Myron Bolitar:

Harlan Coben

Harlan Coben é autor de mais de 15 livros e vencedor de vários prêmios – sendo o únic escritor a ganhar o Shamus, o Anthony e o Edgar Allan Poe. Aclamados pela crítica, seus últimos lançamentos chegaram ao topo das listas de mais vendidos, dos principais veículos de comunicação do mundo. Os livros de Coben já foram traduzidos para mais de 20 idiomas. Atualmente o autor vive com a mulher e os quatro filhos, em Nova Jersey.  Aclamado na França como “o mestre das noites em claro”.

 
Site: http://www.harlancoben.com
Facebook: http://www.facebook.com/media/set/?set=a.1403961430909.2053515.1588575676#!/harlan.coben / http://www.facebook.com/harlancobenbooks?ref=ts&sk=wall
Twitter:@HarlanCoben – http://twitter.com/#!/HarlanCoben

Grupo de discussão no Skoob, sobre o autor: http://www.skoob.com.br/grupo/572-harlan-coben


bonesbones 1Os segredos dos mortos estão em suas mãos.

Os ossos de três jovens mulheres são desenterrados do porão de uma pizzaria em Montreal, a antropóloga forense Temperance Brennan se depara com um assassinato, quando examina os esqueletos.

Contra a opinião da polícia local que acha que os assassinatos são muito antigos, e intrigada porque os corpos não batem com nenhuma pessoa desaparecida nos últimos anos, Tempe continua a investigação, pois o exame com o Carbono 14 confirma que são recentes, dos anos 80.

No laboratório, os ossos já limpos e bem preservados, oferecem novas pistas, inclusive antigos broches escontrados perto dos esqueletos – e tem de ser rápida pois o trabalho de um serial killer está aparecendo.

Vulnerável por ter deixado a filha, Katy, na Carolina do Norte, ela luta para manter a relação romântica com o Detetive Andrew Ryan, que chegou a um ponto muito delicado.

E também para conseguir o respeito de seus colegas chauvinistas, como o detetive Luc Claudel, que não a levam a sério.

Além disso, sua melhor amiga está em meio a um divórcio – aparece em sua casa de repente – e desaparece mais repentinamente ainda.

Eu adoro detalhes de medicina forense, e médicas legistas, como a Kay Scarpetta da Patrícia Cornwell (resenhas no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/?s=scarpetta), mas este livro é excessivamente chato – entediante, na verdade – a autora entra em detalhes exaustivos. A trama é pobre, os personagens são pobres – metade dele poderia ter sido deixado de lado.

Tem páginas e mais páginas onde ela mesma apresenta seu vasto curriculum vitae – mas quem está interessado nisso?

É uma pena, porque estava doida para ler um livro da série que inspirou um de meus seriados favoritos: Bones. Tudo que a Dra. Temperance Brennan tem de bom, na televisão, tem de ruim no livro. Todo humor que tempera as cenas fortes do laboratório desaparece nas palavras escritas.

Somente um detalhe eu achei interessante, fui pesquisar e trouxe para o amigo leitor: http://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_Crapper – sobre a invenção do vaso sanitário moderno no século XVI por Sir John Harrington. A invenção do sistema de descarga moderno também é atribuída a um britânico, Thomas Crapper. Além do sistema de descarga, ele teria criado em 1860, a tampa dobrável em forma de “U”.

10 grandes momentos das temporadas 1 a 6 do seriado Bones, baseado nos livros da escritora:


THE_FEAR_INDEX_1323380602P

Uma amostra do mundo da ganância e do pânico, misturando Sci-Fi com suspense.   
No coração do mundo financeiro e das sofisticadas tecnologias de programação da computação, um futuro terrível pode estar se construindo, exatamente neste momento.
O nome do Dr. Alex Hoffmann (gênio da matemática e da computação, e bilionário) é cuidadosamente guardado do público em geral, mas nos círculos exclusivos dos super-ricos, ele é uma lenda. Ele desenvolveu uma forma revolucionária de inteligência artificial que consegue prever os movimentos dos mercados financeiros, de uma maneira estonteantemente precisa.
Ele nem sempre foi um investidor financeiro. Começou sua carreira como cientista da CERN (European Organization for Nuclear Research), onde seu trabalho envolvia algorrítimos complicados e o treinamento de máquinas para imitar o comportamento humano.
A trama acontece durante tumultuadas 24 horas na vida de Hoffmann.
Seus escritórios em Genebra lidam com bilhões, com a ajuda de um programa do mercado de capitais, baseado em seus trabalhos anteriores na CERN. Mas numa manhã, um sinistro intruso consegue quebrar o elaborado esquema de segurança da mansão de 60 milhões de dólares de Hoffmann, à beira do lago Geneva.
Acontece um confronto, Hoffmann é ferido. E é então que começa um pesadelo de paranóia e violência, à medida que Hoffmann tenta, com desespero crescente, descobrir quem está tentando destruí-lo.
Hoffmann começa a lidar com o maior perigo que ele pode imaginar: seu próprio intelecto. Ele descobre que não está em pleno controle de sua vida e para melhor entermos, somos apresentados a várias e interessantes teorias Darwinistas, a cada início de capítulo.
Cheio de personagens bem construídos e surpresas ardilosamente reveladas – e uma boa dose de paranoia – The Fear Index nos dá uma amostra do mundo da ganância e do pânico.
É uma trama que mistura ficção científica e suspense, e que nos força a confrontar a questão do significado do que é ser humano – a mais audaciosa estória de Robert Harris, até hoje – que envolve questões sociológicas.
Hoffmann é arrogante e talentoso, mas sua falta de interação não o aproxima muito dos leitores. Seu relacionamento com a esposa artista plástica é superficial e desinteressante. Ela é quente e faz uma arte ousada. Mas também é muito triste, porque não pode ter filhos.
Ao final do livro, o leitor se pergunta: Hoffmann é doido, é a vítima, o vilão, ou tudo isso em conjunto?
Robert Harris é o premiado escritor do best-seller de suspense político e de espionagem britânica, O Fantasma (The Ghost Writer – resenha no blog, em breve).

Booktrailer:

Robert Harris fala sobre as origens reais das ideias da trama de The Fear Index – que mêda!


 snatchedO aeroporto inteiro é lacrado – somente com base na intuição de Will. – é melhor ele estar certo!

Will Trent, o herói da série Atlanta, trabalhou no como investigador na Geórgia, por 15 anos e é famoso por sua intuição.  Deveria ouvir a si próprio mais vezes…

Quando estava no banheiro de um aeroporto, Will houve uma menininha chorar, pedindo a um homem: “Por favor, eu quero ir para casa”. – Alguma coisa não está certa, pensa ele.

Mas demora demais para agir, e agora a menina de sapatinhos Hello Kitty, e o homem desapareceram na multidão de um dos aeroportos mais movimentados do país.

Após uma busca desesperada contra o tempo, Will pede ajuda a sua chefe, Amanda Wagner.  A parceira de Will, Faith Mitchell, abre, imediatamente, um alerta de criança desaparecida (Amber Alert).  O aeroporto inteiro é lacrado – somente com base na intuição de Will. A menina de 6 ou 7 anos foi seqüestrada e eestá sendo levada, Deus sabe onde. – é melhor ele estar certo!

E Will decide que irá trazê-la de volta – não importa o que aconteça. E sempre, por trás de tudo, o medo de que é tarde demais.

Apesar de ser um conto – uma short story exclusiva para o Kindle – Snatched é um bom suspense que traz um Will Trent competente, uma Faith Mitchell bem humorada e uma Amanda Wagner que os apóia.

Leia mais resenhas dos livros da Karin Slaughter: https://houseofthrillers.wordpress.com/category/karin-slaughter/


 

RED_MIST_1322861721PPatricia, please! Traga a nossa heroína de volta!

 

A Dra. Kay Scarpetta foi se encontrar com uma prisioneira, no presídio de segurança máxima da Geórgia, para mulheres.

 

A prisioneira foi condenada por pedofilia (seduziu Jack Fielding quando ele tinha 12 anos de idade e ela uma assistente social com mais de 30) e é mãe de uma brilhante e diabólica serial killer. – tudo isso esclarecendo e continuando a trama do livro anterior da série: Port Mortuary (resenha no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/2013/11/23/port-mortuary-patricia-cornwell-serie-kay-scarpetta-18/).PORT_MORTUARY_1294666797P

 

Scarpetta está determinada a ouvir o que Kathleen Lawler tem a falar – respostas quanto à morte de seu antigo assistente, Jack Fielding, morto pela filha deles, Dawn Kinkaid.

 

Mas logo Kay descobre ligações com outras mortes estranhas ocorridas em prisões, e assassinatos terríveis, incluindo o massacre a uma família inteira de um médico, anos atrás, cuja acusada é a interna mais famosa daquela prisão: Lola Daggett, que está no corredor da morte esperando sua execução em pouco tempo.

 

Enquanto conversa com Kathleen, Kay recebe da mulher, um bilhete, que a leva ao encontro da ex-promotora Jamie Berger, também ex-namorada de Lucy Farinelli (sobrinha de Kay).

 

Jamie diz que possui provas de que Lola é inocente e pede a ajuda de Kay para anular sua execução.

 

À medida que vai entendendo melhor a situação, Scarpetta conclui que tudo isso é somente o início de alguma coisa mais destrutiva: uma terrível conspiração em escala internacional.

 

E ela é a única que pode resolver o problema… A super heroína! (rs de ironia).  Ela é uma médica com especialização em patologia forense e radiologia em 3D (para examinar o corpo por dentro antes de cortar, como já lemos em Port Mortuary).

 

Meus leitores…

 

Desde o Livro dos Mortos, venho notando um certo afastamento da escritora Patricia Cornwell, de sua criação, Kay Scarpetta.  Parece ter perdido aquela faísca de vida que fez da série um sucesso entre seus fãs – e outros 2 livros já se passaram após esse: Scarpetta e Scarpetta´s Factor.

 

Sempre comprei todos os livros, mesmo em pré-venda na Amazon.  Fico esperando a velha Lucy Farinelli, ainda policial e, ainda sem grana, porém, muito rica de ideologias e teimosias – sempre às voltas com seus casos amorosos – sem problemas por serem mulheres.  Fico esperando para ter pena de Marino, novamente… mas, porém, isso tudo acabou.

 

Não sei o que aconteceu, mas a opinião não é somente minha – lendo as resenhas desse livro, Red Mist, que traduzi mais adiante, me deparo com muitas opiniões semelhantes.  Muitos também passaram as repetitivas páginas desse livro, na esperança de encontrar uma estória interessante – mas só encontramos uma chatice tecnológica cheia de termos técnicos.  Não há suspense, nem paixão.  Estou tão desapontada, que não sei nem o que dizer mais.

 

Patricia, please! Traga a nossa heroína de volta!

 

Resenhas de leitores estrangeiros traduzidas da página do livro no Amazom.com:

 

  • Diálogos fracos, tramas inverossímeis, repetições desnecessárias.
  • O livro mais chato que já li.
  • Este livro não vale o seu dinheiro ou o seu tempo de leitura. Fim de caso.
  • A cada novo livro eu fico esperando que a escritora leve as resenhas negativas em consideração – mas nada acontece.
  • Este livro foi uma piada. Poderia ter sido reduzido a um conto, que estaria melhor.

Eu ficava esperando pelos trechos em que Patrícia Cornwell descrevia a casa e a cozinha de Scarpetta. E ainda fico esperando pelo cheiro da comida que a legista cozinha, quando está muito nervosa, ou muito feliz, ou as duas coisas. “Food is more than sustenance to me. Food is a ritual, a reward, a way of soothing my nerves and brightening my mood.” – Kay Scarpetta

Ela, inclusive, lançou um livro com suas receitas dos livros: Food to die For, em 2002 – algumas das receitas:* Grilled Grouper with Butter and Key Lime Juice (Cruel and Unusual)* Lasagna with Marinara Sauce and Porcini Mushrooms (Cause of Death)* Kay’s Grilled Pizza with Sausage, Pepperoni, and Three Cheeses (Black Notice).

o Scarpetta´s gear que Patricia Cornwell me enviou de Natal

o Scarpetta´s gear que Patricia Cornwell me enviou de Natal

Houve uma época em que eu morri de emoção, ao ganhar em 2010, da escritora, como presente de natal, o boné de Unnatural Exposure (Contágio criminoso).

Dear Lilia, You have been chosen to receive a special surprise from the Patricia Cornwell fan page if you would kindly message back with a mailing address.  Thank you very much.   Hi Lilia, The gift should come soon. We just started mailing them out. The first step was to collect addresses, get organized and begin mailing. Please keep in touch if you do not get it within the next week or two let us know!  Thanks for your patience.  “Enjoy your hat Lilia!”– e eu, Lili  Machado, recebi meu Scarpetta´s gear, em fevereiro, como seguidora da página da escritora, no Facebook, na semana de meu aniversário – era um boné do livro: Unnatural Exposure – amei!

 

 

Patricia Cornwell fala sobre o livro: