G is for gunshoe – Sue Grafton – The Alphabet Novels

Publicado: 21 de maio de 2011 em Sue Grafton
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419kKVYKo2L__BO2,204,203,200_PIsitb-sticker-arrow-click,TopRight,35,-76_AA300_SH20_OU01_Grafton traz de volta à vida, personagens dos livros anteriores da série, porém as tramas não se encontram ao final, infelizmente.

                        Para Kinsey Millhone, o perigo vem junto com o trabalho, mas ela nunca esperara de se encontrar no topo de uma lista de um matador.

Kinsey Millhone é uma detetive particular, trintona, 2 vezes divorciada, que não bebe demais, não fuma demais, não usa drogas – na verdade, alguém muito comum, com todos os altos e baixos que os meros mortais tem de passar na vida e um extraordinário senso de humor.

Kinsey montou sua agência, num bairro calmo da cidade de Santa Teresa, na Califórnia. Com pouquíssimos móveis e objetos menos ainda, um número bem restrito de amigos fiéis e aparente falta de sensibilidade, tem uma tendência a se apegar a causas perdidas e animais abandonados. E essa simplicidade toda é a sua força – excepcionalmente, uma tarde/noite com um namorado novo, e logo volta ao foco de seu trabalho.

Quando Irene Gersh pede que Kinsey localize sua idosa e ecêntrica mãe, Agnes, de quem ele perdera o contato há 6 meses, a detetive não fica muito contente.  Mas uma mulher tem de pagar suas contas, e esse parece ser um caso bem simples…  ou, pelo menos, parecia…

Kinsey descobre a octogenária Agnes num hospital, com lapsos de memória e muito assustada.  Agnes desaparece e morre assassinada e Kinsey descobre a velha senhora não estava tão senil, afinal – será que ela estava querendo contar alguma coisa? 

Enquanto isso, Tyrone Patty, um criminoso que ela colocou atrás das grades há 4 anos, está tentando revidar.  O carro de Kinsey é tirado da estrada, e ela escapa de um tiroteio – uma espécie de briga de gato e rato.  Portanto, Kinsey resolve contratar um guarda-costas – Robert Dietz – a versão masculina de Kinsey.  Ela está a beira de um ataque de nervos,

Agora, Kinsey está determinada a descobrir a verdade… e até mesmo, morrer por ela…

Essas duas estórias se sobrepõem, e Grafton traz de volta à vida, personagens dos livros anteriores da série, porém as tramas não se encontram ao final, infelizmente.

Você não precisa ler a coleção na ordem – cada livro tem um bom pano de fundo para esclarecer suas dúvidas.  Os livros são divertidos e fazem com que você queira ler mais.

– Kinsey Millhome vicia! 

Mas tenho de avisar aos amigos leitores: o alfabeto está quase terminando, na verdade – já foi lançado até a letra w (no Brasil: A, B, C, D, E e… R – estranho… cadê as outras letras?).

Anúncio da 1a edição hardcover desse livro – vale a pena ver a Sue Grafton novinha, em 1990, na contracapa:

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