Arquivo de junho, 2011


Editora: Record

O tema deste thriller é real: uma organização clandestina e um segredo de mais de 60 anos: o último grande mistério da Segunda Guerra Mundial.

O escritor Jonathan Freedland, cujo pseudônimo é Sam Bourne, envereda pelos caminhos de um thriller baseado em nosso passado recente.

Tom Byrne há muito tempo que abandonou seus dias de advogado idealista. Agora ele trabalha para qualquer um – desde que lhe paguem bem, incluindo a máfia.

Então, quando seu antigo chefe, Henning Munchau, um agente das Nações Unidas o pede para fazer um trabalho duvidoso, ele aceita – não tem nada a perder.

Um suspeito de ser um homem-bomba terrorista, é morto pela segurança das Nações Unidas – só que ao que parece, ele era apenas um senhor idoso e inofensivo, Gerald Merton, de 77 anos, em visita turística… O trabalho de Tom é acalmar os ânimos da família do homem.

Mas…

Como nem tudo é o que parecer ser… (mais…)

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Editora:Intrínseca

“Não pergunte o que o seu país pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo seu país.” – John F. Kennedy

“As guerras acabam. O ódio é eterno.” – Giorgio Faletti

“Há dois lobos em cada um de nós. Um é mau e vive de ódio (…).  O outro é o lobo bom.  Vive de paz (…).  Vence aquele que você alimentar melhor.” – conto dos índios Cherokee.

A orelha do livro nos traz informações interessantes, que captam a atenção do leitor, mas estas não obedecem, necessariamente, a realidade da trama – induzindo a significados possíveis, mas que não se concretizaram.  Um serial killer veterano da guerra do Vietnã, que é capaz de um amor incondicional por um gatinho aleijado, e que acredita ser Deus, fornece inúmeras possibilidades assustadoras.  Mas, ao fim, o romance da detetive atormentada com os problemas de sua família e o jornalista arrependido de seus vícios, os velhos conhecidos clichês, e o clímax pífio e mal explicado, me deixaram frustrada.  (mais…)


Editora: Record

O 1º Romance Publicado de Agatha Christie (1920)

Vejam só! – tenho a coleção completa da Aghata e não sabia que este tinha sido seu primeiro e, também, o início da saga Poirot, sendo contado, em 1ª pessoa, pelo Coronel Hastings, amigo do detetive belga.  Foi escrito quando ela tinha 26 anos, instigada pela irmã que disse: “aposto como você não é capaz de escrever uma boa estória de detetives.”  Agatha trabalhou durante vários meses e criou seu primeiro detetive.  Suas principais influências vinham de Conan Doyle e de seu Sherlock Holmes: as pistas e “o amigo idiota” – o Capitão Hastings.

Hercule Poirot era um detetive belga, com uma fervorosa confiança em suas pequenas células cinzentas e um ego monstruoso.  Sua apresentação nos é dada por seu amigo, o Capitão Hastings, que nos conta ser ele um refugiado policial, muito conceituado em seu país, que havia escapado dos ataques alemães. “Poirot era um homenzinho de aparência fora do comum.  Mantinha sua dignidade em pouco mais de um metro e sessenta centímetros.  A cabeça era exatamente igual a um ovo e ele sempre a mantinha um pouco inclinada para um lado.  O bigode era duro e militar.  A limpeza da indumentária era quase inacreditável.  Acho que uma partícula de poeira lhe teria causado mais dor do que um ferimento de bala.”  Não era um amante fervoroso, leviano, insensível ou irresistível, mas era um romântico incurável.  “Desejar ardentemente mulheres grandes e extravagantes é a infelicidade dos homens pequenos e precisos”. – Hercule Poirot .  Jamais consegiu libertar-se da fascinação fatal que a Condessa Vera Rossakoff exercia sobre ele.  Nunca espancava os criminosos, nem carregava armas de fogo.  Preferia o estilo de decoração Art-déco, apreciava a boa comida e vinhos finos.  Preferia café pela manhã e chocolate quente à tarde.  Não tinha tendências para o cultivo de flores, mas gostava de plantar certas variedades de abóboras.  Teve um irmão chamado Achille, mas… “Só por um curto espaço de tempo”. – Hercule Poirot.  Perto de sua morte, dama Agatha revelou que perdera a afeição por Hercule Poirot.  Não fosse pelo fato de ser uma enorme fonte de divisas, ela o teria envenenado há muito tempo: “Ele me entedia até a morte”.  E ele morre em 1975, no livro Cai o pano (Curtain). (mais…)


Editora: Rocco

A família Mayfair é um must e para você entender toda a saga, tem de ler Lasher e Taltos (resenhas ainda por vir) – você vai acabar se apaixonando por esses seres delicados e estranhos, aparentemente demoníacos, como eu me apaixonei. 

Anne Rice?  Num blog de thrillers?  Sei que parece estranho, mas não se esqueçam do que está escrito no cabeçalho do blog: Por sua própria conta e risco, você está entrando no empolgante e misterioso mundo dos livros do gênero thriller: policial, suspense, mistério, histórico, de aventuras, com pitadas de terror e fantasia.  Então…  Esta série de livros da Anne: A hora das bruxas 1 e 2, Lasher e Taltos, tem suspense, mistério, terror, fantasia e, de quebra, muita, mas muita magia. Vai encarar?

Anne Rice, a mestra do gótico contemporâneo, dominando o drama, o terror, o suspense e a sensualidade, nos apresenta a Talamasca – um grupo de estudiosos, com poderes extra-sensoriais que, durante séculos, pesquisou a vida da família Mayfair, uma dinastia de bruxas que começou no século XVII, na Escócia, imigrou para as plantações do Haiti e de lá, para o Novo Mundo, estabelecendo-se na fantasmagórica Nova Orleans.  É através dos arquivos secretos dessa sociedade, que descobrimos essa saga de seres que convivem, pacificamente, com um espírito, meio divindade celta, meio demônio, chamado Lasher. (mais…)


Editora: Record

Não há suspeitos, outras testemunhas… e, principalmente, não há um cadáver.

Num determinado instante, dois trens corriam lado a lado.  Naquele exato momento, Elspeth McGillicuddy, uma amiga de Miss Marple, testemunha um assassinato, da janela de seu vagão de 1a classe.  Desesperada, ela tenta ver da janela de seu vagão, um homem apertando o pescoço de uma mulher. Mas os trens já se afastaram.  Em vão, ela tenta relatar o crime, mas ninguém a leva a sério.  Não há suspeitos, outras testemunhas… e, principalmente, não há um cadáver.

Elspeth estava retornando de compras de Natal em Londres, para visitar sua amiga Jane Marple em St. Mary Mead.  Somente ela para acreditar em sua amiga.

Apesar de Elspeth continuar viagem, para ver seu filho no Ceilão, Miss Marple resolve continuar a pesquisar sobre o tal crime, para provar a estória contada por sua amiga.  A primeira coisa a fazer é comprar uma passagem e viajar naquele mesmo trem, para saber onde um corpo poderia ser lançado fora do vagão em movimento.  E o melhor local é na propriedade dos Crackenthorpes, o pai Luther, a filha Emma, 3 filhos, um cunhado e um neto.  Pelo menos 4 homens candidatos a serem o estrangulador. (mais…)