O SÍMBOLO PERDIDO (The Lost Symbol) – Dan Brown

Publicado: 17 de setembro de 2011 em Dan Brown
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Editora: Sextante

A teoria da ciência Noética

O Símbolo Perdido, é o quinto livro de ficção do escritor norte-americano Dan Brown.

O livro aborda a maçonaria nos Estados Unidos e seus vários símbolos ocultos, bem como os fundadores americanos envolvidos com tal irmandade.

O Símbolo Perdido foi lançado, em língua inglesa, em Setembro de 2009 e a edição brasileira em dezembro.

No primeiro dia de vendas o livro vendeu 1 milhão de copias nos Estados Unidos, no Canadá e no Reino Unido.

A demora para o seu lançamento se deu, pelo fato do seu autor, Dan Brown, estar envolvido num processo de plágio juntamente com a sua editora americana. O processo foi movido por dois historiadores britânicos, Michael Baigent e Richard Leigh, que acusavam o escritor de ter copiado a estrutura central de um livro que eles publicaram em 1982, O Santo Graal e a Linhagem Sagrada. Contudo, a sua inocência já foi provada.

Para vocês verem o que é um bom livro: comprei esse e o novo da Stephenie Meyer (The Host), na mesma ocasião, em viagem recente à Disney. Comecei pelo The host. Tentei, tentei, mas não consegui ir além dos 3 primeiros capítulos. Procurei ler a sinopse e nem assim me encantei. Resolvi deixá-lo de lado e pegar o The Lost Symbol. Que diferença! Mal podia esperar para continuar a ler – devorei quase metade, só no primeiro dia de leitura – Adooooooreeeeeeiiiii.

Ouça o primeiro capítulo no site oficial do livro: http://www.thelostsymbol.com/main.html

Personagens principais:

• Robert Langdom, simbologista da Universidade de Harvard

• Mal’akh (Anthony Jelbart, Dr. Christopher Abaddon, presidiário nrº 37, Andros Dareios), tatuado e brilhante vilão

• Peter Solomon, secretário do Smithsonian Institute, bilionário, maçom e fiel amigo de Robert Langdon

• Katherine Solomon, cientista da teoria da ciência noética, irmã de Peter Solomon e parceira de Robert Langdon na maior parte do livro

• Isabel Solomon, mãe de Peter e Katherine Solomon, avó de Zachary Solomon, assassinada na véspera de Natal. A primeira mulher vítima de Mal’akh.

• Zachary Solomon, filho de Peter Solomon, sobrinho de Katherine Solomon, assassinado por Mal’akh

• Trish Dunne, Assistente de Katherine Solomon e segunda mulher vítima de Mal’akh

Biografia fictícia de Lobert Langdom: Nascido em 22 de junho de 1956, em Exeter, New Hampshire, Estados Unidos) é um Professor fictício da iconografia religiosa e simbologia, na Universidade de Harvard, criado pelo autor Dan Brown, para os romances de Anjos e Demônios (2000), O Código da Vinci (2003) e O Simbolo Perdido (2009). Robert Langdon sofre de claustrofobia, o medo de espaços fechados, já que caiu em um poço quando tinha 7 anos de idade. Tom Hanks, interpretou Robert Langdon, na adaptação do filme de 2006, O Código Da Vinci, e repetiu o seu papel na adaptação cinematográfica em 2009, Angels & Demons. O personagem foi criado por Dan Brown como uma ficção de “alter ego”. O próprio Brown nasceu a 22 de junho de 1964 em Exeter. Brown deu o nome da personagem depois de conhecer John Langdon, um professor de tipografia na Universidade de Drexel, que é conhecido por sua criação de ambigramas, desenhos tipográficos que podem ser lidos de várias formas, tanto do lado direito para o esquerdo, ou de cima para baixo. Um exemplo de ambigramas feitos por Langdon, apareceu na capa da primeira edição do romance de Brown, no romance Angels & Demons. John Langdon também criou o logotipo para o fictício Banco de Depósitos de Zurique, que aparece no filme O Código Da Vinci.

A Teoria da Ciência Noética: Noetics (do grego “mental”), é um ramo da filosofia metafísica que trata do estudo da mente e da intuição, e sua relação com o intelecto divino. Entre seus objetivos principais podem-se citar o estudo de uma forma não-racional de conhecimento e como ela se relaciona com a razão. Na tradição ocidental, a teoria noética foi fortemente influenciada pelas teorias de filósofos como Platão e Aristóteles. Nos dicionários modernos, “noética” é geralmente definido como significando “intelecto”, enquanto noesis é traduzida como “insight”. Esta prática deriva de filósofos e teólogos medievais que usaram a palavra em latim intellectus – significando “intuição”. São Tomas de Aquino, desenvolveu uma teoria da inteligência em sua obra “De unitate intellectus” e “Summa Theologica” de um ponto de vista da filosofia cristã.

Siga o link e tente o jogo (em inglês) SYMBOLQUEST, o jogo do livro, para descobrir o significado de vários símbolos – se achar muito difícil, mande-me um comentário que ensino o caminho das pedras – mas só depois de tentar muuuuuuito – não vale ser tão fácil assim – nada tão fácil vale, na vida.  Maneiríssimo – tente!!!

http://www.thelostsymbol.com/symbolquest/index.php

O vídeo abaixo, descreve (em inglês) o que é a ciência noética, com depoimento de diferentes pessoas que começam a pensar sobre si mesmos em relação ao mundo em que vivemos – inclusive Deepak Chopra:

A amiga e Skoober, Vânia, também resenhou o livro em 03/02/2010 – Robert Langdon para presidente!  Sendo repetitiva, digo que não importa se alguns acham o Dan Brown comercial demais, gosto do personagem que ele criou.  Robert Langdon é o típico professor que eu gostaria de ter tido: inteligente, intrigante, que sabe criar a curiosidade em seus alunos e que sabe o que faz.  Nessa aventura o personagem entra no misterioso mundo dos maçons. Seus símbolos, sua origem, seus segredos.  Tirando a parte da aventura em si, os dados históricos contidos no livro são uma aula a parte.  O filme (logicamente este também será filmado!) pode até ser bom (pra quem gosta de Tom Hanks como eu!), mas nada se compara aos milhares de detalhes que você só encontra nas páginas do livro.  Leitura emocionante!

O Skoober Claudio Schamis, também resenhou o livro em 18/02/2010 – Dan Brown continua fiel ao seu estilo que o acompanha desde O Código Da Vinci. O livro é muito bom, mas em alguns momentos talvez tenha faltado algo, não sei. Posso tirar isso do fato de não ter devorado o livro como devorei outros de Dan. Gosto realmente do estilo dele e da mistura que ele faz com o suspense e suas informações sobre diversos assuntos sempre muito interessantes. Mas esse livro carrega esse meu “mas”. Claro que tem passagens de pura adrenalina e claro um toque que surpreende o leitor na hora certa e que vai chocar muita gente. A sutileza é ainda uma marca de Dan.

A Skoober Érika dos Anjos, também resenhou o livro em 15/03/2010 – A história começa com um Robert Langdon que ainda não entendeu que ele é o centro da inteligência mundial. E acredita em uma história furada de que seu velho amigo Peter Solomon está precisando dele com urgência para uma palestra em pleno Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, o máximo que ele escontra é a mão de Solomon, com seu anel de Maçom grau 33, apontando para o céu.  A partir daí, começa uma trama contra o tempo, com muitas explicações de rituais e da importância da maçonaria na história da evolução das civilizações, o que em partes é bem verdade. Robert, como não poderia deixar de ser, conta com uma ajuda feminina, neste caso da irmã de Peter, Katherine Solomon, cientista noética que fez revelações que podem mudar o mundo! Porém, acima de tudo, ela quer salvar o irmão, que já sofreu muito na vida, com o abandono da esposa, a morte do filho e da mãe.  Vocês devem estar se perguntando sobre o vilão, né?! O cara é o mal personalizado, mas sua identidade é MUITO óbvia. Em tudo o que ele diz, pensa e faz parece que tem sua assinatura, não dá nem a sensação de ‘quem será?’. Fora que a explicação final sobre suas atrocidades é o ó do borogodó, assim como seu desfecho! Enfim, defecar sobre o ‘the end’ é a especialidade da casa!  Concluindo, para quem já leu os outros livros do Dan Brown é um mais do mesmo apimentado e bem temperado. Para quem nunca leu nada do autor, acredito que seja melhor começar por outro livro, talvez Anjos e Demônios que é o melhor dele na minha opinião. Já que em O Símbolo Perdido a cagada final é maior. Mas isso não faz com que o livro perca totalmente sua graça. Vale a leitura e vale procurar as imagens que ele cita no livro, que ocorre todo na cidade de Washington, na internet. É bem bacana ‘estudá-las’ depois.  Duas partes que me chamaram atenção: O Langdon não pega a personagem principal, pelo menos não explicitamente, pois quando eles se encontram ela diz algo no sentido de ‘desde a última festa pensei que você não me ligaria mais’. Onde será que o simbologista colocou o totem dele? 2º – A parte em que Katherine descreve sua maior descoberta, na cena da ‘pesagem’, é muitoooo bacana. Fiquei pensando um tempão nisso.  Leia essa e outras resenhas em http://www.oquartoelemento.com.br

A Skoober Andyinha, também resenhou o livro, em 26/03/2010 – O que mais me chamou a atenção deste livro foi na época do lançamento, claro que eu iria comprar de qualquer jeito porque eu gosto do jeito do Dan Brown escrever (apenas as duas historias – Fortaleza Digital e Ponto de Impacto é que não me agradaram muito, mas o jeito de escrever é bom), ele te deixa eletrizado, querendo saber mais e isso faz voce seguir por entre as paginas como um devorador…  Quando livro foi lançado, a Ed. Sextante fez uma grande brincadeira no Twitter e em seu blog, onde tínhamos de desvendar pistas e seguir adiante, para no fim conseguir ganhar o livro (prêmio do jogo), eu me lembro de chegar quase ate o final, de descobrir os nomes das livrarias, mas não conseguia a pista final L… ou seja, só por aí, eu já fiquei muito interessada e doida para ter esse exemplar.  Mais em: http://andyinha.blogspot.com/2010/03/poison-books-o-simbolo-perdido-dan.html

Dan Brown

O escritor norte-americano Dan Brown nasceu em 1965 em New Hampshire, nos Estados Unidos da América, sendo filho de um professor de Matemática e de uma intérprete de música sacra. Em 1993 chegou a New Hampshire para se tornar professor de inglês na escola onde tinha estudado. Passados dois anos, os serviços secretos norte-americanos foram à sua escola buscar um aluno que consideravam uma ameaça nacional por ter escrito, na Internet, que era capaz de matar o presidente Bil Clinton. Dan Brown ficou tão interessado no assunto que começou a fazer pesquisas sobre a Agência Nacional de Segurança. Acabou por resultar desse interesse a escrita do seu primeiro romance Fortaleza Digital, que foi lançado em 1996 com algum sucesso.  Era um romance baseado na violação de privacidade e em conspirações, tendo por sustentação as novas tecnologias.  Quatro anos depois do seu romance de estreia, lançou Anjos e demônios, seguindo-se em 2001 Ponto de impacto. Finalmente, em Março de 2003, Dan Brown lançou no mercado norte-americano O Código Da Vinci, que logo no primeiro dia vendeu mais de seis mil exemplares, tendo-se tornado num dos livros mais vendidos de sempre em todo o mundo, com publicações em 42 línguas.
O sucesso deste livro levou a que fosse anunciada uma adaptação cinematográfica e uma sequência literária.

Saiba mais sobre o escritor: www.danbrown.com

Facebook: www.facebook.com/DanBrown

Twitter: @lostsymbolbook

 Grupo de discussão sobre o escritor, no portal Skoob: http://www.skoob.com.br/grupo/218-dan-brown

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