Arquivo de outubro, 2011


Editora: Nova Fronteira

A maior questão é a seguinte? Quem matou quem?  A mãe ou o pai?

Este thriller da dama Agatha é estrelado pelo detetive belga Hercule Poirot e pela escritora de livros policiais, Adriadne Oliver; e foi escrito quando ela já tinha 82 anos de idade.

Celia Ravenscroft não é mais que uma pequena criança quando seus pais, que, aparentemente, se amavam, cometem suicídio.

Nunca ela se preocupou com as razões verdadeiras que os levaram a este evento dramático, até estar prestes a se casar com  Desmond Burton-Cox.

A maior questão é a seguinte? Quem matou quem?  A mãe ou o pai? Que consequências essa resposta pode ter para o futuro casal?

Hercule Poirot era um detetive belga, com uma fervorosa confiança em suas pequenas células cinzentas e um ego monstruoso.  Sua apresentação nos é dada por seu amigo, o Capitão Hastings, que nos conta ser ele um refugiado policial, muito conceituado em seu país, que havia escapado dos ataques alemães. “Poirot era um homenzinho de aparência fora do comum.  Mantinha sua dignidade em pouco mais de um metro e sessenta centímetros.  A cabeça era exatamente igual a um ovo e ele sempre a mantinha um pouco inclinada para um lado.  O bigode era duro e militar.  A limpeza da indumentária era quase inacreditável.  Acho que uma partícula de poeira lhe teria causado mais dor do que um ferimento de bala.”  Não era um amante fervoroso, leviano, insensível ou irresistível, mas era um romântico incurável.  “Desejar ardentemente mulheres grandes e extravagantes é a infelicidade dos homens pequenos e precisos”. – Hercule Poirot .  Jamais consegiu libertar-se da fascinação fatal que a Condessa Vera Rossakoff exercia sobre ele.  Nunca espancava os criminosos, nem carregava armas de fogo.  Preferia o estilo de decoração Art-déco, apreciava a boa comida e vinhos finos.  Preferia café pela manhã e chocolate quente à tarde.  Não tinha tendências para o cultivo de flores, mas gostava de plantar certas variedades de abóboras.  Teve um irmão chamado Achille, mas… “Só por um curto espaço de tempo”. – Hercule Poirot.  Perto de sua morte, dama Agatha revelou que perdera a afeição por Hercule Poirot.  Não fosse pelo fato de ser uma enorme fonte de divisas, ela o teria envenenado há muito tempo: “Ele me entedia até a morte”.  E ele morre em 1975, no livro Cai o pano (Curtain).

(mais…)

Anúncios

Editora: Companhia das Letras

“Às vezes, quando a gente sofre uma tragédia, começa a querer estudá-la.” Kay Scarpetta
Eu confesso – sou viciada nos livros da Patrícia Cornwell – em especial, os da chamada: SCARPETTA´s series. 

Como sempre gosto de falar, uma das coisas que me encantam nos livros de Patrícia Cornwell, é o encadeamento dos fatos das vidas dos seus personagens, bons ou maus, mocinhos ou vilões.  Neste, é Natal e Temple Gault está de volta… As lembranças de seus crimes ainda nem esfriaram… sua caçada não terminou… e as mortes absurdamente violentas, recomeçaram.

Kay e Marino ainda trabalhavam em conjunto e ela não tinha medo dele; Benton Wesley ainda estava casado e não fazia parte importante na vida de Kay; e Lucy Farinelli era uma funcionária do Departamento de Pesquisas em Engenharia do FBI, responsável pelo sistema CAIN, interligado a todos os bancos de dados criminais. (mais…)


Editora: Companhia das Letras

Evidências de que o crime foi mais terrível do que jamais imaginado. 

Patricia Cornwell nos traz de volta, a advogada e patologista forense Dra. Kay Scarpetta que está trabalhando como consultora para a Unidade das Ciências do Comportamento, do FBI. 

Na Carolina do Norte, a morte brutal de Emily Steiner, de 11 anos de idade, sacudiu a pequena cidade. 

Porém, mais perturbadores ainda, são os detalhes do crime, semelhantes ao “modus operandi” de um serial killer que atuava anos atrás, e que nos foi apresentado em “Desumano e degradante (série Kay Scarpetta 4 – https://houseofthrillers.wordpress.com/2011/11/19/desumano-e-degradante-cruel-and-unnusual-%e2%80%93-patricia-cornwell-%e2%80%93-serie-kay-scarpeta-4/ ). 

Enquanto isso, a sobrinha rebelde de Scarpetta, Lucy Farinelli, que está trabalhando numa estação de engenharia de computação em Quantico, é acusada de ter violado regras de segurança. (mais…)


Editora: Nova Fronteira

E o inferno se instala no paraiso.

Quando o pobre e desempregado Michael Rogers descobre a linda casa em Gipsy´s Acre, numa propriedade rural da Inglaterra, e encontra a atraente herdeira americana, Ellie, parece que todos os sonhos tornam-se verdade, ao mesmo tempo.

Os dois se casam e contratam um famoso arquiteto para construir a casa perfeita.

Mas eles desconhecem o aviso de uma velha cigana, sobre uma antiga maldição – e o inferno se instala no paraiso.  Pedras são jogadas pelas janelas, pássaros aparecem mortos com facas, presos à porta; e os parentes de Ellie não escondem que não gostaram desse casamento.

Como Michael logo vai saber, Gipsy´s Acre é o lugar onde acidentes fatais sempre acontecem – os ciganos que lá viviam, foram expulsos há muito tempo atrás

“Em geral, levo de três a quatro meses num livro.  No entanto, escrevi Noite sem fim, em seis semanas.  Quando escrevo depressa, o resultado é mais espontâneo” – Agatha Christie (mais…)


                 Editora: Record

“O melhor dos thrillers é aquele em que o próprio leitor é o assassino!” – Umberto Eco

                      Umberto Eco, neste O Pêndulo de Foucault, lançou a premissa literária da conspiração religiosa complexa, com uma seita secreta – popularizada com o Código da Vinci de Dan Brown.

Até o advento de Dan Brown, Umberto Eco e seu Pêndulo de Foucault, foi, durante anos, um símbolo de intelectualidade a ser ostentado em mãos, em reuniões importantes.

O Pêndulo de Foucault

Um Pêndulo de Foucault, assim chamado em referência ao físico francês Jean Bernard Léon Foucault, é uma experiência concebida para demonstrar a rotação da Terra, em relação a um referencial, bem como a existência da força de Coriolis.  A primeira demonstração data de 1851, quando um pêndulo foi fixado ao teto do Panthéon de Paris. A originalidade do pêndulo reside no fato de ter liberdade de oscilação em qualquer direção, ou seja, o plano pendular não é fixo. A rotação do plano pendular é devida (e prova) a rotação da Terra. A velocidade e a direção de rotação do plano pendular permitem igualmente determinar a latitude do local da experiência sem nenhuma observação astronômica exterior. (mais…)