O FANTASMA DE MANHATTAN – Frederick Forsyth

Publicado: 1 de outubro de 2011 em Frederick Forsyth
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Editora: Record

Ele se apaixonou por Christine, e sequestrou-a.  Quando a polícia a salvou, Erik fugiu.  Antoinette encontrou-o e, no ponto de partida do livro de Forsyth, colocou-o em um cargueiro com destino a New York.  

O autor de O Dia do Chacal, rouba mais de uma página de Andrew Lloyd Webber para trazer Erik, o Fantasma da Ópera de Paris, para a América, apresentando as memórias de Christine de Chagny, amante do Fantasma, atualmente a maior diva da Europa.

Erik foi visto, pela primeira vez como um artista de freakshows, cruelmente deformado, com um lado do rosto parecendo cera de vela derretida e vermes se contorcendo de feridas causadas por suas cicatrizes.  Chistine libertou Erik e cuidou dele, deixando-o vaguear pelas sete andares sob a casa de ópera.

Tendo aprendido carpintaria com seu pai brutal, que o havia vendido para o circo, Erik surrupiava o que ele precisava e construia seu próprio quarto, onde aprendeu sobre todas as obras na biblioteca enorme da ópera.

Ele se apaixonou por Christine, e sequestrou-a.  Quando a polícia a salvou, Erik fugiu.  Antoinette encontrou-o e, no ponto de partida do livro de Forsyth, colocou-o em um cargueiro com destino a New York.

Neste ponto, Erik retoma sua história. Começando na sarjeta, ele se torna rico.  E junta-se a Oscar Hammerstein como um parceiro secreto para abrir uma casa de shows própria.  Seu olho está na famosa soprano Nellie Melba.

Assim como seus planos estão amadurecendo, porém, Christine chega a Manhattan para cantar na inauguração da ópera do Metropolitain.

trailer do filme, baseado neste livro:

Frederick Forsythe – Educado na Tondridge School, e depois na Universidade de Granada, na Espanha, aos 19 anos, começou a servir a RAF (Royal Air Force) tendo servido até 1958. Depois começou a trabalhar no Eastern Daily Press como repórter. Em 1961, se tornou correspondente da Reuters em Paris. Trabalhou também na Alemanha Oriental e na Tchecoslováquia, países onde obteve muitas informações que seriam, posteriormente, publicadas em seus livros. Retornando a Londres em 1965, ele trabalhou como repórter de rádio e televisão na BBC, o que lhe proporcionou a oportunidade de conhecer a fundo os grandes dramas da política internacional. Essa experiência no jornalismo o ensinou a ser minucioso e preocupado com as verdades históricas.

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