Arquivo de novembro, 2011


Editora: Bantam Books

Às vezes você se sente lendo um conto de fadas.  Bom de se ler numa noite fria de inverno…

As estórias sobre crianças que vivem nas ruas são sempre emocionantes.  Mas esta “Moonlit mind” do Dean Koontz é, também, cheia de esperança.

Crispin, de 12 anos, vive na rua por escolha própria, sobrevivendo com a ajuda de um cão especial, chamado Harley.  Gostei de saber que um animal nunca deve permanecer sem um nome por muito tempo – assim ele não estará protegido dos espíritos ruins.

Apesar deles estarem em constante fuga de mãe Clarette, e do padrasto de Crispin, ele não conseguem sair da cidade até ele entender, finalmente, tudo o que viu acontecer em casa.

Nenhuma criança deveria ser exposta ao que ele viu acontecer, 3 anos antes, com sua irmã Mirabell e seu irmão Harley.

Eu deveria ter desconfiado de tudo, ao ler esta frase, logo nos primeiros capítulos: “Your sister tasted so sweet…”

Além disso, a família do padrasto de Crispin temia símbolos religiosos e  a luz do sol.

Três anos depois de fugir, ele está, finalmente, pronto para voltar.

Koontz constrói os aspectos sobrenaturais da estória, de forma magistral, como num “crescendo” de uma ópera, pulando de um universo para outro.  Às vezes você se sente lendo um conto de fadas.  Bom de se ler numa noite fria de inverno…

A descrição da vida de Crispin, nas ruas, combina o relacionamento de um menino e seu cachorro e uma garota fugitiva (Amity Onawa); de duas crianças cujas experiências aumentam de forma agressiva sua maturidade; e o relacionamento de um homem e seu tempo.

O desejo de Crispin de sobreviver e que fazer as coisas certas, não importa o que aconteça, traz esperanças às partes mais sombrias da narrativa.

Crispin está vivendo em seu mundo de harmonia e determinação, de forma a encobrir a verdade e a realidade, e permanecer vivo.

Adorei esta frase: “Friedship does not depend on conversation.” – como é verdadeira para mim…

A pergunta que não quer se calar: – Porque todos os escroques acabam vindo pro Rio? – vou perguntar aos escritores com quem me relaciono no Facebook e se descobrir eu conto para vocês.

Esta é a primeira estória que leio do Dean Koontz.  Eu tenho um livro dele: “Brother Odd”  http://www.skoob.com.br/livro/123324 , mas ainda não tinha me animado.  Agora, vamos em frente, para o livro.

No final deste ebook são oferecidos os primeiros capítulos do livro “77 Shadow Street”, também de Dean Koontz.  – Parece interessante…

Só tem um problema: eu posso lidar com assassinatos, estupros, traições, sequestros; mas não matem animais, please!  E esta não é a estória do Harley – Harley também é o nome do cãozinho.  Se ele sobrevive?  Só lendo para saber…

Devo dizer que li o conto no Kindle – apesar de serem poucas páginas, ler num Kindle não é das experiências mais fáceis, embora fascinante.  Pode-se marcar a página onde parou, marcar um texto interessante para comentar, fazer histórico e resenhar depois, compartilhar que você está lendo este livro com os amigos d o Facebook, pesquisar o significado de algum termo na Wikipedia, no Google ou num dicionário.  Pode, também escolher o tamanho da letra e a cor da página para facilitar sua leitura – prefiro em sépia.  Você não precisa ter um Kindle para lê-lo.  Pode baixar um Kindle applet gratuito para seu iPhone, iPad, Android (como é o meu caso) ou Blackberry.  Depois é só entrar na loja da Amazon, que vem dentro do apps e comprar os e-books – comprei vários: da Tess Gerritsen, da Karin Slaughter, do Lee Child, e do Dean Koontz – todos contos baratinhos, a 2, e 3 dólares cada.  Mas podem ser comprados livros de 10 dólares também, como o última da Chelsea Cain, Night Season.  Lê-se como num Kindle, porém, na tela do tamanho do aparelho que você tem nas mãos.  Os e-books chegaram para ficar e os contos só ficam economicamente viáveis de serem publicados, atualmente, via e-book.  Não deixe de ler só porque os tempos estão mudando.  Se eu consegui – você também consegue.  Importante: se estiver na dúvida, faça o download gratuito de uma amostra do livro, primeiro, antes de comprar o livro ou o conto todo.

Dean Koontz

Dean Koontz é um escritor norte americano que, antes de dedicar-se à literatura trabalhou como instrutor de meninos problemáticos e como professor de inglês.  Suas obras foram traduzidas em todo mundo, com mais de duzentos milhões de exemplares vendidos; várias delas foram levadas a tela. Suas novelas figuram invariavelmente nos primeiros postos dos livros mais vendidos. Algumas de suas obras: A Casa do Mal, Esconderijo, Fantasmas, Fogo Frio, O Guardião, Intrusos, Meia Noite entre várias outras, que exploram desde o gênero policial, até o horror macabro. Seus livros já foram publicados em 38 idiomas.  Em outubro de 2010 a Editora Prumo, lançou, no Brasil, o primeiro livro da trilogia Frankenstein, e lançou o segundo em 2011.

Para acompanhar o escritor: www.deankoontz.com

Facebook: www.facebook.com/deankoontzofficial

Twitter: @deankoontz


Editora: Delacorte Press

Uma grande guerra deixa um país com três exércitos: um exército de aleijados, um exércitos de desesperados, e um exército de ladrões.

A série Reacher de Lee Child (já com cerca de 15 livros) é uma força entre os thrillers modernos.

Para os não iniciados, ela segue a vida de Jack Reacher um ex-policial militar, que agora é um homem sem lei, com grande capacidade de retribuir e distribuir violência.

O conto “Second son” é uma retrospectiva breve de vida de Reacher e sua família, por volta de 1974, quando moravam numa base militar em Okinawa, onde seu pai é capitão da marinha.  Especialmente, sobre seu relacionamento com o irmão 2 anos mais velho, Joe.  Só não conta fatos muito retumbantes.  O jovem Reacher de 13 anos, é calculista e decidido desde pequeno, e seu enigmático e frio caráter já se delineia.

Desde que lá chegaram, meteram-se em grandes problemas e sempre estiveram envolvidos em más notícias.  Sua própria mãe sempre os ensinou a nunca iniciar uma confusão; mas se alguém começar primeiro, o certo é revidar. – familiazinha brava essa!

Os meninos, novos na área, são desafiados pelos valentões mais velhos do pedaço.  Lemos com prazer, como Reacher lida com essa situação, típica da adolescência.

É claro que ele salva o dia, seu pai (o Capitão da Marinha Stan Reacher) e todos os seus vizinhos, como sempre.  O rapaz promete… (mais…)


Editora: Thomas&Mercer

Cada um deles é, realmente, um espinho do outro.

Wayne e Kirk são gêmeos – um a cara do outro.  Mas, de algum modo, eles são diferentes: um é um cristão devoto – o outro, ateu.  Um é virgem – o outro, um pegador.  Cada um tem uma personalidade conflitante com a do irmão.  Wayne é suave e religioso – Kirk é agressivo e violento. 

É Wayne que nos relata a estória.

Mas, apesar de serem opostos intimamente relacionados – como dia e noite, esquerda e direita, antes e depois – eles estão sempre juntos: para trabalhar, brincar, sequestrar e assassinar…

Em se tratando do último caso, o par inseparável de Karin Slaughter está sempre envolvido nesses e outros assuntos podres, naquele que pode vir a ser o conto mais perturbador e inesquecível sobre irmãos gêmeos, que você já leu.

Podia ser uma noite qualquer, e eles podiam ser apenas dois irmãos – mas não são. (mais…)


Editora: Unicórnio Azul

Que segredos místicos cercam as Grandes Pirâmides?

O mundo mudou para Ethan Gage – um norteamericano ajudante do inventor Benjamin Franklin – numa noite em Paris, depois da Revolução Francesa, quando ele ganha um misterioso medalhão egípcio, num jogo de cartas.

Logo é perseguido por ladrões, atacado por beduínos, salvo por ciganos, acobertado por um espião britânico.  Uffa!!!

Entre a prisão pelo suposto assassinato de uma prostituta ou a morte no campo de batalha, o americano escapa da França, acompanhando o futuro Imperador Napoleão Bonaparte (no momento, um General de 29 anos), em sua gloriosa missão de conquistar o Egito.

Com a frota do Almirante Nelson em seu encalço, Gage começa a aventura de sua vida, na terra das maravilhas e dos mistérios milenares.  É aqui que a estória começa a esquentar… (mais…)


Editora: Dutton Adult

Libere um novo nível de medo!

É sabido que, para a polícia especializada, os assassinos são categorizados numa escla de 25 níveis de maldade; dos oportunistas de nível 1 aos premeditados e organizados torturadores de nível 25.

O que quase nínguém sabe – exceto um grupo de elite que caça os serial killers mais perigosos (um grupo de homens e mulheres que agem extra-oficialmente, liderados pelo brilhante Steve Dark) – é que uma nova categoria está para ser definida.

Somente um homem pertence a este grupo – pelo menos, até agora…

Seus alvos: qualquer pessoa – seus métodos: ilimitados – sua identidade: Sqweegel

Grau 26 reúne o melhor de livros, cinema, televisão e tecnologias digitais, numa experiência única de transmedia storytelling, criando o termo “Digi-Novel.”  Pode ser lido sem acesso digital… mas quando a estória tradicional termina, ou a cada 20 páginas de cada capítulo, uma imersão mais profunda está disponível no site: www.level26.com, exclusivamente para os leitores do livro, através de códigos digitados que disponibilizam vídeos com cenas que poderiam fazer parte de um seriado de televisão.

Através dos videos, os personagens ganham vida, as cenas dos crimes explodem na tela, e você até pode entrar em contato direto com o assassino, por telefone.

É aconselhável ler perto de um computador, para assistir aos videos – mas não é necessário!  Os vídeos foram criados para ampliar a experiência – não para finalizá-la. (mais…)