Anjos e demônios (Angels and demons) – Dan Brown

Publicado: 14 de abril de 2012 em Dan Brown
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Editora: Sextante

Uma irmandade secreta.  Uma devastadora nova arma de destruição.  Um alvo impensável.

Quando o simbologista Robert Langdon é chamado pela polícia suíça, para analisar um símbolo misterioso, cravado a fogo no peito de um físico assassinado, Leonardo Vetra, ele descobre evidências de algo inimaginável: a ressurreição de uma antiga irmandade secreta, conhecida como os Illuminati – a mais poderosa organização secreta já surgida no mundo, desde os tempos de Galileo promovendo os interesses da ciência e condenando a fé cega no Catlicismo.

Os Illuminati voltam, agora, para realizar a fase final de sua lendária vingança contra o inimigo mais odiado – a Igreja Católica.

Os maiores medos de Langdon são confirmados na véspera do Santo Conclave do Vaticano, quando um mensageiro dos Illuminati, anuncia ter escondido uma bomba de antimatéria, a força mais poderosa conhecida pelo homem, no coração da cidade do Vaticano.

A arma está selada num frasco que irá explodir em seis horas, a menos que suas baterias sejam recarregadas.

Com a contagem regressiva em progresso, Langdon voa a Roma, para se juntar com Vittoria Vetra, uma bela e misteriosa cientista italiana, na ajuda ao Vaticano, na luta desesperada pela sobrevivência.

Embarcando numa caçada frenética através de criptas seladas, catacumbas perigosas, catedrais desertas e a votação mais secreta do mundo, Langdon e Vetra seguem uma trilha de 400 anos, com símbolos antigos, que serpenteia por Roma, em direção à esquecida sede dos Illuminati – um lugar escondido, que contém a única chance de esperança para a salvação do Vaticano.

Anjos e Demônios marca a primeira aventura de Robert Langdon, cheia de epifanias iluminadoras e de verdades escurecidas, numa batalha da guerra entre a ciência e a religião.

É preciso muito talento para escrever um thriller que reúna uma irmandade secreta, a Guarda Suíça do Vaticano, o Conselho Europeu de Pesquisa Nuclear, um conclave papal, misteriosos ambigramas, um cientista de cadeira de rodas, partículas de antimatéria, assassinos criativos, uma bela física italiana, e um professor de iconologia religiosa.

Este é Dan Brown – mais acessível, entretanto, que Katherine Neville em O Oito (resenha no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/2012/01/14/o-enigma-do-oito-the-eight-katherine-neville/) ou Umberto Eco, em O Pêndulo de Foucault (resenha no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/2011/10/15/o-pendulo-de-foucault-foucaults-pendulum-umberto-eco/ ).

Uma dica: não se esqueça de levar uma cópia do livro quando forem a Roma – há grupos de turismo especializados em Brown´s tours.

 

Biografia fictícia de Robert Langdom: Nascido em 22 de junho de 1956, em Exeter, New Hampshire, Estados Unidos) é um Professor fictício da iconografia religiosa e simbologia, na Universidade de Harvard, criado pelo autor Dan Brown, para os romances de Anjos e Demônios (2000), O Código da Vinci (2003) e O Simbolo Perdido (2009). Robert Langdon sofre de claustrofobia, o medo de espaços fechados, já que caiu em um poço quando tinha 7 anos de idade. Tom Hanks, interpretou Robert Langdon, na adaptação do filme de 2006, O Código Da Vinci, e repetiu o seu papel na adaptação cinematográfica em 2009, Angels & Demons. O personagem foi criado por Dan Brown como uma ficção de “alter ego”. O próprio Brown nasceu a 22 de junho de 1964 em Exeter. Brown deu o nome da personagem depois de conhecer John Langdon, um professor de tipografia na Universidade de Drexel, que é conhecido por sua criação de ambigramas, desenhos tipográficos que podem ser lidos de várias formas, tanto do lado direito para o esquerdo, ou de cima para baixo. Um exemplo de ambigramas feitos por Langdon, apareceu na capa da primeira edição do romance de Brown, no romance Angels & Demons. John Langdon também criou o logotipo para o fictício Banco de Depósitos de Zurique, que aparece no filme O Código Da Vinci.

Trailer do filme sobre o livro:

A amiga e Skoober Janda Montenegro, também resenhou o livro, em 19/04/2009 – o primeiro que é segundo.  Empolgante, prende a respiração do leitor, principalmente a minha, que li o livro exatamente na época que o Papa João Paulo II morreu (e eu fiquei com ideia de conspiração na cabeça). É o primeiro livro da saga de Langdon, mas que todo mundo só lê em segundo lugar… 

A amiga e Skoober Vânia, também resenhou o livro em 11/03/2009 – Tom Hanks é o cara!!!!  Apesar de a história ocorrer antes de “O código Da Vinci”, o livro só ficou famoso depois do posterior. E foi assim que o acabei lendo.  O personagem inteligentíssimo é apaixonante. Não tem como não torcer por ele!  

O Skoober Claudio Schamis, também resenhou o livro, em 10/02/2009 – Mesmo não tendo entendido o porque de publicarem a primeira história de Robert Langdon depois do mega sucesso do Código DaVinci, o livro é empolgante, eletrizante e uma verdadeira aula de história. Uma viagem a Cidade do Vaticano com direito a detalhes e muita informação. Um livro para se devorar em alguns dias. 

A amiga e Skoober Nessa Gagliardi, também resenhou o livro, em 23/06/2010 – Mais um do Dan Brown que adorei, porém “Anjos e Demônios” e “Código da Vinci” seguem o mesmo padrão, vem da mesma fôrma.  Se você ler “O Código da Vinci” antes de “Anjos…”, este livro perde um pouco a graça.  Muito bom livro do Brown, só peca por essa semelhança e por aquela cena RIDíCULA do helicóptero no final do livro. 

A amiga e Skoober Érika dos Anjos, também resenhou o livro em 09/06/2009 – Nada demais, porém não é o pior.  Quando li O Código Da Vinci, me perguntei centenas de vezes o motivo de tamanha festa em cima do livro. Pois, na minha opinião, apesar de ter uma boa história, tem uma escrita muitíssimo fraca. Pensei que nunca mais leria nada de Dan brown, porém, perto do lançamento do filme, resolvi me aventurar com Robert Langdon mais uma vez, mesmo esperando ser o mesmo fracasso do outro. No entanto, Anjos e demônios me surpreendeu positivamente.  Apesar de ainda não ser um livro excelente ou que mereça tamanha devoção, é mais bem escrito do que o Código e possui uma história mais redonda, com menos furos do que a outra. E nisso tudo, o que mais me surpreende é que Anjos e demônios foi escrito antes do Código, o que pressume-se deveria ser a iniciação acabou se transformando em algo superior.  Nesta primeira empreitada de Robert Langdon, o autor procura esmiuçar demais o caráter e a genialidade do seu professor de Harvard, pecando no excesso de detalhes de sua vida acadêmica. Ao mesmo tempo, ele coloca em Vittoria Vetra características que a deixam beirando a ‘mulher perfeita’, receita que repetiria com a criptógrafa de Código. Os demais personagens são bem estereotipados: ‘o grande cientista’, ‘aquele dividido entre a ciência e a religião’, ‘o provável traíra’, ‘o louco que faz tudo’ etc. Quanto a história em si, há algo de possível no início e até mesmo fácil de acontecer, pois a religião ainda é uma fonte riquíssima de questionamentos, porém, no desenrolar dos fatos, qualquer vestígio de possível verdade é jogado no ralo com cenas inacreditáveis e situações bizarras. No frigir dos ovos, o Vaticano acaba fortalecido e o autor deixa no ar aquela coisa de ‘é melhor que a humanidade continue acreditando em Deus’. Ao mesmo tempo, ele deixa na cabeça de algumas pessoas que adoram confundir realidade com ficção (vide o fenômeno do Código) a sensação de que Bento XVI pode cair com a língua negra a qualquer momento…  PS.: Assim que terminei o livro, fui ver o filme. E só tenho uma coisa a dizer sobre ele: SOFRÍVEL. Leia mais em http://www.oquartoelemento.com.br

Dan Brown

O escritor norte-americano Dan Brown nasceu em 1965 em New Hampshire, nos Estados Unidos da América, sendo filho de um professor de Matemática e de uma intérprete de música sacra. Em 1993 chegou a New Hampshire para se tornar professor de inglês na escola onde tinha estudado. Passados dois anos, os serviços secretos norte-americanos foram à sua escola buscar um aluno que consideravam uma ameaça nacional por ter escrito, na Internet, que era capaz de matar o presidente Bil Clinton. Dan Brown ficou tão interessado no assunto que começou a fazer pesquisas sobre a Agência Nacional de Segurança. Acabou por resultar desse interesse a escrita do seu primeiro romance Fortaleza Digital, que foi lançado em 1996 com algum sucesso.  Era um romance baseado na violação de privacidade e em conspirações, tendo por sustentação as novas tecnologias.  Quatro anos depois do seu romance de estreia, lançou Anjos e demônios, seguindo-se em 2001 Ponto de impacto. Finalmente, em Março de 2003, Dan Brown lançou no mercado norte-americano O Código Da Vinci, que logo no primeiro dia vendeu mais de seis mil exemplares, tendo-se tornado num dos livros mais vendidos de sempre em todo o mundo, com publicações em 42 línguas.
O sucesso deste livro levou a que fosse anunciada uma adaptação cinematográfica e uma sequência literária.Saiba mais sobre o escritor: www.danbrown.com

Facebook: www.facebook.com/DanBrown

Twitter: @lostsymbolbook

Grupo de discussão sobre o escritor, no portal Skoob: http://www.skoob.com.br/grupo/218-dan-brown

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