O código da Vinci (The Da Vinci Code) – Dan Brown

Publicado: 22 de dezembro de 2012 em Dan Brown
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Editora: Sextante

O Código Da Vinci causou polêmica ao questionar a divindade de Jesus Cristo.

                        O assassinato de Jacques Saunière, na madrugada do museu do Louvre revela uma trama sinistra para descobrir um segredo que tem estado protegido por uma sociedade clandestina desde a época de Cristo.

A vítima, momentos antes da morte, consegue deixar pistas, na cena, que somente sua neta, a criptógrafa Sophie Neveu, e Robert Langdom, um famoso simbologista, são capazes de decifrar.

Robert Langdom, Sophie Neveu e Leigh Teabing vivem várias aventuras ao tentar desvendar códigos que deem resposta aos enigmas que Sauniére deixou no leito de morte.

Robert Langdom já nos foi apresentado em Anjos e Demônios (resenha no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/2012/06/30/anjos-e-demonios-angels-and-demons-dan-brown/?preview=true).

A trama do livro envolve desde grandes organizações católicas como o Opus Dei, até a sociedade secreta conhecida como Priorado do Sião, que, de acordo com documentos encontrados na Biblioteca Nacional de Paris, possuía inúmeros membros famosos como Sir Isaac Newton, Botticelli, Victor Hugo e Leonardo da Vinci.  Ambas organizações tem suas razões para querer assegurar que não se descubra o paradeiro do Cálice Sagrado.

A dupla se torna suspeita e, também, detetives, procurando o assassino do avô de Neveu e o segredo que ele estava encarregado de proteger.

O mistério leva Neveu e Langdom através da França, Inglaterra, e pela história da cristandade, embarcando na exploração do maior mistério da cultura ocidental – da natureza do sorriso da Mona Lisa ao cálice sagrado.

Robert Langdon é um respeitado professor de simbologia religiosa da Universidade de Harvard,  que estuda os símbolos e sua representatividade e influências sobre a humanidade.  Robert vai a Paris para apresentar uma palestra.  No filme sobre o livro, Robert Langdon é interpretado pelo ator Tom Hanks.

Jacques Saunière é um curador do museu do Louvre, onde toda a história começa.  Saunière era um profundo admirador das obras de Da Vinci e de anagramas (jogos enigmáticos que consistem em embaralhar as letras de uma determinada frase, dando a essa outro sentido).

Sophie Neveu é uma criptologista do Departamento de Polícia Judiciária francesa, e neta de Jacques Saunière, que a criou desde pequena, ensinando-a desvendar pequenos quebra-cabeças desde tenra idade. Porém, havia dez anos que Sophie se afastara do avô.  Sophie acaba por descobrir que faz realmente parte da linhagem sagrada, formada por descendentes de Jesus cristo e Maria Madalena.  Com isso ela descobre porque estava tão envolvida no caso do Santo Graal. No fim, ela acaba reencontrando a avó e o irmão mais novo.

Sir Leigh Teabing é um Historiador Real Britânico, um Cavaleiro da Coroa, um Mestre no Graal, e amigo do professor Robert Langdom.

trailer do filme baseado no livro:

A amiga e Skoober, Janda Montenegro, também resenhou o livro, em 19/04/2009 – realmente bom.  O livro é realmente bom, inédito e fascinante em sua teoria. Uma pena que com todo o alarde que fizeram, o livro acabou se tornando massante e ninguém aguenta mais ouvir falar disso.

A amiga e Skoober, Nessa Gagliardi, também resenhou o livro, em 23/06/2010 – Fantástico! Essa é a única palavra capaz de traduzir meu sentimento em relação ao livro. O mesmo teve algumas críticas negativas por utilizar de uma fórmula de sucesso supostamente batida: suspense am alta voltagem e teorias da conspiração religiosas. Eu discordo quanto à falta de qualidade do livro por tais motivos, penso justamente o contrário.  Quanto à escrita, é inegável que a de Brown é extasiante, o que pode ser comprovado pelo número avassalador de leitores deste livro.  É uma história que prende do início ao fim. Pode ser lido como mero passatempo ou até para embasar discussões provocativas sobre a vida de Jesus Cristo com religiosos mais fervorosos, apesar de o livro se ficcional (hehehe). Acreditem, eu fiz isso e   funcionou. Falem o que quiser de Dan Brown. O lugar dele na minha prateleira é vitalício. E tenho dito.  Esqueçam o filme.

O amigo e Skoober Cláudio Schamis, também resenhou o livro, em 10/02/2009 – Um livro que se pode devorar em poucos dias. Me surpreendi com o livro. Um livro cheio de mistérios, e um suspense muito bem tramado, Consegue-se aprender sobre várias curiosidades, ligadas a história e a arte. E por falar sobre um pouco de história da arte, se torna mais interessante, pois a forma como é contada, não é nem um pouco chata, muito pelo contrário, acaba criando, pelo menos em mim, uma vontade de querer saber mais e mais sobre o mundo da arte. E claro, fala sobre religião e sua influência e vice-versa na arte.

Em contrapartida, o amigo e Skoober, Marcos Bassini, resenhou o livro, com uma opinião totalmente contrária, em 20/02/2009 – Malandragem – 1- Nada de estilo, escreva fácil: não esqueça que o Homer Simpson pode querer ler você;  2 – Faça como a Madonna: escolha um tema bem polêmico, tipo sexo, política ou religião;  3 – Termine o capítulo sem dizer o que aconteceu, só dê a resposta dois capítulos depois e repita a malandragem no capítulo seguinte…ei, tá fazendo o que, aí? Vai lá virar best-seller!  

O escritor norte-americano Dan Brown nasceu em 1965 em New Hampshire, nos Estados Unidos da América, sendo filho de um professor de Matemática e de uma intérprete de música sacra. Em 1993 chegou a New Hampshire para se tornar professor de inglês na escola onde tinha estudado. Passados dois anos, os serviços secretos norte-americanos foram à sua escola buscar um aluno que consideravam uma ameaça nacional por ter escrito, na Internet, que era capaz de matar o presidente Bil Clinton. Dan Brown ficou tão interessado no assunto que começou a fazer pesquisas sobre a Agência Nacional de Segurança. Acabou por resultar desse interesse a escrita do seu primeiro romance Fortaleza Digital, que foi lançado em 1996 com algum sucesso.  Era um romance baseado na violação de privacidade e em conspirações, tendo por sustentação as novas tecnologias.  Quatro anos depois do seu romance de estreia, lançou Anjos e demônios, seguindo-se em 2001 Ponto de impacto. Finalmente, em Março de 2003, Dan Brown lançou no mercado norte-americano O Código Da Vinci, que logo no primeiro dia vendeu mais de seis mil exemplares, tendo-se tornado num dos livros mais vendidos de sempre em todo o mundo, com publicações em 42 línguas. O sucesso deste livro levou a que fosse anunciada uma adaptação cinematográfica e uma sequência literária.

Saiba mais sobre o escritor: www.danbrown.com

Facebook: www.facebook.com/DanBrown

Twitter: @lostsymbolbook

Grupo de discussão sobre o escritor, no portal Skoob: http://www.skoob.com.br/grupo/218-dan-brown

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