Arquivo de 19 de outubro de 2013


2a Chance

2a Chance

2ND_CHANCE_1272315794PContinuo achando uma série policial chick-lit. Mas, vamos em frente – quem sabe melhora?

Quando uma menininha recebe um tiro na porta de uma igreja de São Francisco, a detetive Lindsay Boxer resolve reunir, novamente, o seu grupo de amigas – O Clube das Mulheres Contra o Crime.

Trabalhando com a jornalista Cindy Thomas, com a assistente da Promotoria Jill Bernhardt, e com a médica legista Claire Washburn, Lindsay caça um assassino misterioso.

Lindsay é a protagonista da série, mas entre essas quatro mulheres há uma espécie de simbiose, agora mais bem desenvolvida do que no primeiro livro.

Os métodos pouco ortodoxos de investigação dessas mulheres (rede de contatos, intuição feminina, insights durante e após uma orgia gastronômina e uma noitada de drinks), levam ao inesperado – o assassino pode vir a ser um ex-policial.

Além disso, Lindsay age sempre de uma forma muito irracional, em se tratando de uma policial condecorada do departamento de homicídios – esquece de pedir escolta policial e tem uma estranha tendência a se ferrar em todas as situações.

Porém, nada as prepara para a lógica doentia da escolha de suas vítimas.

A segunda vítima é uma senhora idosa encontrada enforcada – como no caso da menininha – também negra – as duas aparentadas com policiais.

Um símbolo descoberto em ambas as cenas de crime leva até um grupo racista, mas o assassino auto-denominado Chimera ataca novamente, deixando pistas, deliberadamente, e deixando a polícia cada vez mais confusa.

1o a morrer

1o a morrer

Este é o segundo livro da série Clube das Mulheres contra o Crime – o primeiro foi 1st to Die (O primeiro a morrer – resenha no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/2013/10/19/1o-a-morrer-1st-to-die-james-patterson-serie-womens-murder-club-1/ ).

Achei bastante confuso e chato – previsível, na maioria das vezes – continuo achando uma série policial chick-lit, que não deve se lida por leitores interessados em thrillers policias consistentes.

O que se salva, em minha opinião, é o foco nos assuntos pessoais da detetive Lindsay Boxer – no primeiro livro, ela está lidando com uma doença rara no sangue, neste ela se vê envolvida novamente no relacionamento doentio com seu pai há muito tempo desaparecido.

Acho melhor eu voltar para a outra série de Patterson, com o charmoso detetive Alex Cross (resenhas no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/?s=alex+cross ).

Gosto dos capítulos curtinhos do escritor.  Fica mais fácil de abandonar o livro quando é necessário, ou quando já estamos irritados com ele.  2 a 3 páginas é o máximo que consigo ler de James Patterson, a cada vez que pego um livro dele.

Mas, vamos em frente – como disse na resenha anterior, quem sabe melhora?

Jogos para computador baseados na série:

 

 

 


 

 


1o a morrer

1o a morrer

1ST_TO_DIE_1287971763PMuito chick-lit pro meu gosto – mas vou continuar lendo e resenhando os próximos – quem sabe melhora?
Este é o primeiro livro da série Clube das Mulheres contra o Crime, de James Patterson, que resolveu dar umas férias a seu charmoso detetive Alex Cross (resenhas no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/?s=alex+cross ).
Como é a única mulher detetive do departamento de homicídios, na cidade de São Francisco, Lindsay Boxer tem de ser durona.
Mas ela nunca havia se defrontado com crimes tão brutais quanto os assassinatos da lua-de-mel, onde um maníaco mata de forma terrível, jovens casais recém-casados.
Lindsay está determinada a descobrir a identidade do serialkiller, mas está passando por uma tragédia pessoal – uma doença rara no sangue, que pode matá-la – e também começa um novo namoro.
Então, ela recorre às amigas Claire Washburn (médica legista), Cindy Thomas (jornalista), e Jill Bernhardt (assistente da Promotoria), que a ajudam nas duas crises (pessoal e profissional) – está criado o Clube das Mulheres Contra o Crime.
Lindsay é a protagonista da série, mas entre essas quatro mulheres há uma espécie de simbiose. Os métodos pouco ortodoxos de investigação dessas mulheres (rede de contatos, intuição feminina, insights durante e após uma orgia gastronômina e uma noitada de drinks), levam ao inesperado – o principal suspeito é um famoso escritor de romances policiais.
“What is the worst thing anyone has ever done? Am I capable of doing it?” (Qual a pior coisa que alguém pode ter feito? Eu sou capaz de fazer isto?) – respondendo às suas próprias perguntas, o serialkiller embarca numa jornada homicida, assassinando suas vítimas na noite de núpcias.
Bom… achei muito chick-lit pro meu gosto – ale de clichezado e óbvio – mas como eu já tenho até o exemplar número 6 da série – vou ler e resenhar – quem sabe melhora?

Jogos para computador baseados na série: