Arquivo de novembro, 2013


 snatchedO aeroporto inteiro é lacrado – somente com base na intuição de Will. – é melhor ele estar certo!

Will Trent, o herói da série Atlanta, trabalhou no como investigador na Geórgia, por 15 anos e é famoso por sua intuição.  Deveria ouvir a si próprio mais vezes…

Quando estava no banheiro de um aeroporto, Will houve uma menininha chorar, pedindo a um homem: “Por favor, eu quero ir para casa”. – Alguma coisa não está certa, pensa ele.

Mas demora demais para agir, e agora a menina de sapatinhos Hello Kitty, e o homem desapareceram na multidão de um dos aeroportos mais movimentados do país.

Após uma busca desesperada contra o tempo, Will pede ajuda a sua chefe, Amanda Wagner.  A parceira de Will, Faith Mitchell, abre, imediatamente, um alerta de criança desaparecida (Amber Alert).  O aeroporto inteiro é lacrado – somente com base na intuição de Will. A menina de 6 ou 7 anos foi seqüestrada e eestá sendo levada, Deus sabe onde. – é melhor ele estar certo!

E Will decide que irá trazê-la de volta – não importa o que aconteça. E sempre, por trás de tudo, o medo de que é tarde demais.

Apesar de ser um conto – uma short story exclusiva para o Kindle – Snatched é um bom suspense que traz um Will Trent competente, uma Faith Mitchell bem humorada e uma Amanda Wagner que os apóia.

Leia mais resenhas dos livros da Karin Slaughter: https://houseofthrillers.wordpress.com/category/karin-slaughter/

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RED_MIST_1322861721PPatricia, please! Traga a nossa heroína de volta!

 

A Dra. Kay Scarpetta foi se encontrar com uma prisioneira, no presídio de segurança máxima da Geórgia, para mulheres.

 

A prisioneira foi condenada por pedofilia (seduziu Jack Fielding quando ele tinha 12 anos de idade e ela uma assistente social com mais de 30) e é mãe de uma brilhante e diabólica serial killer. – tudo isso esclarecendo e continuando a trama do livro anterior da série: Port Mortuary (resenha no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/2013/11/23/port-mortuary-patricia-cornwell-serie-kay-scarpetta-18/).PORT_MORTUARY_1294666797P

 

Scarpetta está determinada a ouvir o que Kathleen Lawler tem a falar – respostas quanto à morte de seu antigo assistente, Jack Fielding, morto pela filha deles, Dawn Kinkaid.

 

Mas logo Kay descobre ligações com outras mortes estranhas ocorridas em prisões, e assassinatos terríveis, incluindo o massacre a uma família inteira de um médico, anos atrás, cuja acusada é a interna mais famosa daquela prisão: Lola Daggett, que está no corredor da morte esperando sua execução em pouco tempo.

 

Enquanto conversa com Kathleen, Kay recebe da mulher, um bilhete, que a leva ao encontro da ex-promotora Jamie Berger, também ex-namorada de Lucy Farinelli (sobrinha de Kay).

 

Jamie diz que possui provas de que Lola é inocente e pede a ajuda de Kay para anular sua execução.

 

À medida que vai entendendo melhor a situação, Scarpetta conclui que tudo isso é somente o início de alguma coisa mais destrutiva: uma terrível conspiração em escala internacional.

 

E ela é a única que pode resolver o problema… A super heroína! (rs de ironia).  Ela é uma médica com especialização em patologia forense e radiologia em 3D (para examinar o corpo por dentro antes de cortar, como já lemos em Port Mortuary).

 

Meus leitores…

 

Desde o Livro dos Mortos, venho notando um certo afastamento da escritora Patricia Cornwell, de sua criação, Kay Scarpetta.  Parece ter perdido aquela faísca de vida que fez da série um sucesso entre seus fãs – e outros 2 livros já se passaram após esse: Scarpetta e Scarpetta´s Factor.

 

Sempre comprei todos os livros, mesmo em pré-venda na Amazon.  Fico esperando a velha Lucy Farinelli, ainda policial e, ainda sem grana, porém, muito rica de ideologias e teimosias – sempre às voltas com seus casos amorosos – sem problemas por serem mulheres.  Fico esperando para ter pena de Marino, novamente… mas, porém, isso tudo acabou.

 

Não sei o que aconteceu, mas a opinião não é somente minha – lendo as resenhas desse livro, Red Mist, que traduzi mais adiante, me deparo com muitas opiniões semelhantes.  Muitos também passaram as repetitivas páginas desse livro, na esperança de encontrar uma estória interessante – mas só encontramos uma chatice tecnológica cheia de termos técnicos.  Não há suspense, nem paixão.  Estou tão desapontada, que não sei nem o que dizer mais.

 

Patricia, please! Traga a nossa heroína de volta!

 

Resenhas de leitores estrangeiros traduzidas da página do livro no Amazom.com:

 

  • Diálogos fracos, tramas inverossímeis, repetições desnecessárias.
  • O livro mais chato que já li.
  • Este livro não vale o seu dinheiro ou o seu tempo de leitura. Fim de caso.
  • A cada novo livro eu fico esperando que a escritora leve as resenhas negativas em consideração – mas nada acontece.
  • Este livro foi uma piada. Poderia ter sido reduzido a um conto, que estaria melhor.

Eu ficava esperando pelos trechos em que Patrícia Cornwell descrevia a casa e a cozinha de Scarpetta. E ainda fico esperando pelo cheiro da comida que a legista cozinha, quando está muito nervosa, ou muito feliz, ou as duas coisas. “Food is more than sustenance to me. Food is a ritual, a reward, a way of soothing my nerves and brightening my mood.” – Kay Scarpetta

Ela, inclusive, lançou um livro com suas receitas dos livros: Food to die For, em 2002 – algumas das receitas:* Grilled Grouper with Butter and Key Lime Juice (Cruel and Unusual)* Lasagna with Marinara Sauce and Porcini Mushrooms (Cause of Death)* Kay’s Grilled Pizza with Sausage, Pepperoni, and Three Cheeses (Black Notice).

o Scarpetta´s gear que Patricia Cornwell me enviou de Natal

o Scarpetta´s gear que Patricia Cornwell me enviou de Natal

Houve uma época em que eu morri de emoção, ao ganhar em 2010, da escritora, como presente de natal, o boné de Unnatural Exposure (Contágio criminoso).

Dear Lilia, You have been chosen to receive a special surprise from the Patricia Cornwell fan page if you would kindly message back with a mailing address.  Thank you very much.   Hi Lilia, The gift should come soon. We just started mailing them out. The first step was to collect addresses, get organized and begin mailing. Please keep in touch if you do not get it within the next week or two let us know!  Thanks for your patience.  “Enjoy your hat Lilia!”– e eu, Lili  Machado, recebi meu Scarpetta´s gear, em fevereiro, como seguidora da página da escritora, no Facebook, na semana de meu aniversário – era um boné do livro: Unnatural Exposure – amei!

 

 

Patricia Cornwell fala sobre o livro:


PORT_MORTUARY_1294666797P“Não tenho certeza se ainda existe alguma ficção científica. Venha com a invenção mais fenomenal que você possa imaginar, e ela provavelmente já estará sendo implantada, em algum lugar deste planeta.” – Kay Scarpetta

O 18º livro da série Kay Scarpetta (resenhas no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/?s=kay+scarpetta), envolve a médica legista num caso que ultrapassa a Segurança Nacional e sua vida pessoal.

A estória começa no necrotério (Port Mortuary) da Força Aérea de Dover, onde Scarpetta está dando consultoria em técnicas de necropsia virtual (Ressonãncia Magnética escaneando os corpos antes de realmente abri-los).

“I´m not sure there´s any such thing as science fiction. Come up with the most extreme invention you can imagine, and it´s probably being implemented somewhere.(Não tenho certeza se ainda existe alguma ficção científica. Venha com a invenção mais fenomenal que você possa imaginar, e ela provavelmente já estará sendo implantada, em algum lugar deste planeta.)” – Kay Scarpetta

A morte misteriosa de um jovem se torna mais estranha depois que esse exame revela uma destruição tão extensa, quanto seria a realizada por uma bomba, dentro do corpo.

Scarpetta e seu marido, o consultor do FBI, Benton Wesley, juntamente com sua sobrinha gênea da computação Lucy Farinelli, e o Capitão Peter Marino, descobrem ligações do crime com projetos do governo e com o desaparecimento do assistente de Kay, Jack Fielding.

Além disso, o passado militar de Kay, ainda a assombra.

Outro caso terrível surge – o assassinato de um menino, com uma máquina de grampear madeira – Ui!

Logo Kay começa a suspeitar que os dois casos estejam relacionados – através de uma peça de tecnologia encontrada no apartamento da primeira vítima.

Na trama também aparece um capítulo da vida de Kay, que ainda não nos foi revelado – parece ter sido uma experiência bem traumática, no entanto, nunca foi mencionado em seus livros anteriores.

Vestígio (Trace)

Vestígio (Trace)

O primeiro livro da série que li, foi o Vestigio (Trace – resenha no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/2012/01/14/vestigio-trace-patricia-cornwell-serie-kay-scarpetta-13/ ). Saí desesperada, catando todos os livros, desde o primeiro.

LIVRO_DOS_MORTOS_1265838121PPorém, desde Livro dos Mortos, venho notando um certo afastamento da escritora Patricia Cornwell, de sua criação, Kay Scarpetta.  Parece ter perdido aquela faísca de vida que fez da série um sucesso entre seus fãs – e outros 2 livros já se passaram após esse: Scarpetta e Scarpetta´s Factor.

 

Ao longo dos anos, eu tenho dito que sou viciada em Kay Scarpetta – sinto dizer que este vício está diminuindo a cada novo livro.  E eu ainda fui cair na esparrela de ler o decepcionante Em risco (At Risk – resenha no blog:  https://houseofthrillers.wordpress.com/2013/07/27/em-risco-at-risk-patricia-cornwell-serie-win-garano-1/). Da série Win Garano.

Sempre comprei todos os livros, mesmo em pré-venda na Amazon.  Eu ficava esperando pelos trechos em que Patrícia Cornwell descreve a casa e a cozinha de Scarpetta.  E ainda fico esperando pelo cheiro da comida que a legista cozinha, quando está muito nervosa, ou muito feliz, ou as duas coisas.  Fico esperando a velha Lucy Farinelli, ainda policial e, ainda sem grana, porém, muito rica de ideologias e teimosias – sempre às voltas com seus casos amorosos – sem problemas por serem mulheres.  Fico esperando para ter pena de Marino, novamente…  mas, porém, isso tudo acabou.

Não sei o que aconteceu, mas a opinião não é somente minha – lendo as resenhas desse livro, Port Mortuary, no site da Amazon.com me deparo com muitas opiniões semelhantes.  Muitos também passaram as repetitivas páginas desse livro, na esperança de encontrar uma estória interessante – mas só encontramos uma chatice tecnológica, cheia de termos técnicos.  Não há suspense, nem paixão.  Estou tão desapontada, que não sei nem o que dizer mais.

Patricia, please! Traga a nossa heroína de volta!

o Scarpetta´s gear que Patricia Cornwell me enviou de Natal

o Scarpetta´s gear que Patricia Cornwell me enviou de Natal

Houve uma época em que eu morri de emoção, ao ganhar em 2010, da escritora, como presente de natal, o boné de Unnatural Exposure (Contágio criminoso).

Dear Lilia, You have been chosen to receive a special surprise from the Patricia Cornwell fan page if you would kindly message back with a mailing address.  Thank you very much.   Hi Lilia, The gift should come soon. We just started mailing them out. The first step was to collect addresses, get organized and begin mailing. Please keep in touch if you do not get it within the next week or two let us know!  Thanks for your patience.  “Enjoy your hat Lilia!”– e eu, Lili  Machado, recebi meu Scarpetta´s gear, em fevereiro, como seguidora da página da escritora, no Facebook, na semana de meu aniversário – era um boné do livro: Unnatural Exposure – amei!

 

 

Patricia Cornwell fala sobre o livro:


TRACKER_1359224671PO amigo leitor irá se apaixonar por este incrível e adorável Kane, como eu me apaixonei

James Rollins, nesta short story, conta um momento na vida de um soldado e de seu cão treinado para a guerra, que são levados até um mistério obscuro que possui raízes na Segunda Guerra Mundial, e um tesouro perdido, ligado aos ossos dos mortos nessa guerra.

Tucker é um ex-militar sem família, que já viu tragédias demais na vida, e nas guerras do Oriente Médio. Kane é seu melhor amigo, seu companheiro, uma extensão dele, sem quem não poderia estar vivo. Juntos, eles já salvaram muitas vidas no passado.

Quando estavam planejando descansar um pouco, nas ruas do centro medieval da exótica Budapeste, na Hungria, o Capitão Tucker Wayne e seu cão Kane, salvam uma mulher misteriosa, que está sendo perseguida por três homens armados. Aliza Barta tem de ajudar seu pai que foi seqüestrado, a encontrar um tesouro perdido de seus compatriotas judeus, durante a 2ª Guerra.

O segredo que ela carrega, pode localizar um terrível tesouro escondido em sangue e traição, ligado a um crime da época da queda dos Nazistas; e uma herança de dor e sofrimento que reflete do passado, aos dias de hoje. Conta a história, que os Nazistas roubaram cerca de 27 trilhões de dólares, de todas as nações por eles conquistadas, entre ouro, dinheiro, propriedades e obras de arte.

Nas profundezas de um cemitério perdido, a verdade é desenterrada, os tesouros são expostos e o destino de todos ficará nas costas de um único homem e de seu cão, cuja coragem é ímpar.

O amigo leitor irá se apaixonar por este incrível e adorável Kane, como eu me apaixonei. No livro aprendi muito sobre o treinamento e o trabalho desses cães de guerra.

Confesso que adiei a leitura desta short story por muito tempo, pois não sou fã de estórias de guerra. Porém, quando terminei, finalmente, ficou um gostinho de quero mais – e lá estará o Capitão Tucker Wayne, e seu fiel escudeiro (ou será ao contrário?), o cãozinho Kane, na próxima aventura da Força Sigma – Bloodline (aventura 8 – resenha a seguir).

Leia mais resenhas de livros da série Força Sigma: https://houseofthrillers.wordpress.com/?s=sigma

Booktrailer:

Fique comigo (Stay close) – Harlan Coben

Publicado: 16 de novembro de 2013 em Harlan Coben
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fique comigostay closeO passado nunca some completamente…

A estória é simples – duas pessoas afetadas por um evento do passado (Megan e Ray) encontram-se em rota de colisão com a verdade.

Quando um homem desaparece em Atlantic City, a polícia liga o caso a um homem que desapareceu 17 anos atrás.

Megan é uma dona de casa e mãe suburbana que, no passado, seguiu um caminho sombrio.

Ray costumava ser um fotógrafo de documentários, muito talentoso, que não consegue se esquecer de cenas acontecidas numa noite há 17 anos atrás, mas que agora se encontra na humilhante posição de paparazzo dos famosos.

Broome é um detetive que não consegue largar um caso sem solução.

Em Fique comigo (Stay close), duas pessoas vivendo vidas que nunca desejaram, e que estão escondendo seus segredos, que até mesmo seus mais próximos, não suspeitam.  E cada uma delas se defronta com o lado escuro do sonho americano – o tédio da vida normal, a excitação da tentação, o desespero por trás das façadas mais bonitas – elas vão descobrir a terrível verdade de que o limite tênue entre uma vida e outra pode ser tão frágil quanto uma batida do coração.

Ou seja, o passado nunca some completamente…

Eu prefiro esses thrillers isolados de Harlan Coben – não gosto muito dos livros da série Myron Bolitar (resenhas no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/?s=s%C3%A9rie+myron+bolitar ) – mas este livro em especial, não é tão empolgante, e os personagens são aclichezados.  Uma decepção.

Book trailer:

Harlan Coben

Harlan Coben é autor de mais de 15 livros e vencedor de vários prêmios – sendo o únic escritor a ganhar o Shamus, o Anthony e o Edgar Allan Poe. Aclamados pela crítica, seus últimos lançamentos chegaram ao topo das listas de mais vendidos, dos principais veículos de comunicação do mundo. Os livros de Coben já foram traduzidos para mais de 20 idiomas. Atualmente o autor vive com a mulher e os quatro filhos, em Nova Jersey.  Aclamado na França como “o mestre das noites em claro”.

 
Site: http://www.harlancoben.com
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Twitter:@HarlanCoben – http://twitter.com/#!/HarlanCoben

Grupo de discussão no Skoob, sobre o autor: http://www.skoob.com.br/grupo/572-harlan-coben