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TRACKER_1359224671PO amigo leitor irá se apaixonar por este incrível e adorável Kane, como eu me apaixonei

James Rollins, nesta short story, conta um momento na vida de um soldado e de seu cão treinado para a guerra, que são levados até um mistério obscuro que possui raízes na Segunda Guerra Mundial, e um tesouro perdido, ligado aos ossos dos mortos nessa guerra.

Tucker é um ex-militar sem família, que já viu tragédias demais na vida, e nas guerras do Oriente Médio. Kane é seu melhor amigo, seu companheiro, uma extensão dele, sem quem não poderia estar vivo. Juntos, eles já salvaram muitas vidas no passado.

Quando estavam planejando descansar um pouco, nas ruas do centro medieval da exótica Budapeste, na Hungria, o Capitão Tucker Wayne e seu cão Kane, salvam uma mulher misteriosa, que está sendo perseguida por três homens armados. Aliza Barta tem de ajudar seu pai que foi seqüestrado, a encontrar um tesouro perdido de seus compatriotas judeus, durante a 2ª Guerra.

O segredo que ela carrega, pode localizar um terrível tesouro escondido em sangue e traição, ligado a um crime da época da queda dos Nazistas; e uma herança de dor e sofrimento que reflete do passado, aos dias de hoje. Conta a história, que os Nazistas roubaram cerca de 27 trilhões de dólares, de todas as nações por eles conquistadas, entre ouro, dinheiro, propriedades e obras de arte.

Nas profundezas de um cemitério perdido, a verdade é desenterrada, os tesouros são expostos e o destino de todos ficará nas costas de um único homem e de seu cão, cuja coragem é ímpar.

O amigo leitor irá se apaixonar por este incrível e adorável Kane, como eu me apaixonei. No livro aprendi muito sobre o treinamento e o trabalho desses cães de guerra.

Confesso que adiei a leitura desta short story por muito tempo, pois não sou fã de estórias de guerra. Porém, quando terminei, finalmente, ficou um gostinho de quero mais – e lá estará o Capitão Tucker Wayne, e seu fiel escudeiro (ou será ao contrário?), o cãozinho Kane, na próxima aventura da Força Sigma – Bloodline (aventura 8 – resenha a seguir).

Leia mais resenhas de livros da série Força Sigma: https://houseofthrillers.wordpress.com/?s=sigma

Booktrailer:


Blood Brothers

Blood Brothers

Há muitos anos atrás, Arthur ouviu rumores sobre uma ordem secreta pertencente à Igreja Católica, com raízes muito antigas – um culto de sangue conhecido como a Ordem dos Sanguines. Lázaro teria sido o primeiro deles.

Em Blood Brothers, quando era um jovem reporter, Arthur Crane trabalhou numa série de reportagens sobre os segredos do Assassino da Orquídea, um cultuado serial killer dos anos 60, cujos crimes ameaçaram o final dos chamados Anos do Amor.

Meio século depois, Arthur acorda e descobre uma orquídea em seu travesseiro – o símbolo da morte, que era deixado para as vítimas, por um assassino relacionado a seu irmão mais jovem, Christian, que ele não vê há muito tempo.

Para descobrir a terrível verdade, Arthur irá arriscar tudo – até sua alma – pois Christian pode não ser o irmão que ele pensa ser…

Arthur não sabe que Christian pertence à Ordem dos Sanguines. Ele busca a verdade sobre o antigo assassino e sobre o desaparecimento de seu irmão.

Innocent Blood

Innocent Blood

Em Blood Brothers, novo conto exclusivo para o Kindle, fruto da parceria James Rollins& Rebecca Cantrell (aventura x suspense sobrenatural), é um introdutor para o novo livro da série, Innocent Blood.

The Blood Gospel

The Blood Gospel

O Blood Brothers é a segunda Kindle short story da série The Order of the Sanguines – segue-se The Blood Gospel. (Resenhas em breve)

City of Screams

City of Screams

A primeira foi City of Screams.

(mais resenhas de livros de James Rollins no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/category/james-rollins/)

Entrevista com o escritor James Rollins:


CITY_OF_SCREAMS_1359227279P“It started with the screams”. But, like many such stories, it started with a tragic pair of young lovers. (Tudo começou com os gritos… mas, como tantas estórias, teve início com um trágico par de apaixonados)

 Nas terras assoladas pela guerra do Afeganistão, entre as ruínas de Shahr-e-Gholghol (a cidade amaldiçoada por Gengis Khan), uma equipe de arqueólogos é massacrada durante a noite.
O Sargento do exército norte-americano Jordan Stone e sua equipe de técnicos forenses JEFF (Joint Expedition Forensic Facility), recebe uma gravação em áudio que teria sido realizada no momento da chacina.
Ele é chamado para examinar a cena do crime, para descobrir quem é o culpado por tal ato de violência, juntamente com o professor arqueólogo Thomas Atherton.
Se há um mistério, solucioná-lo é o trabalho deles. E eles são bons no que fazem. Irão resolver esse mistério, também.
Mas a descoberta de uma sobrevivente – uma criança de dez anos traumatizada e em estado de choque – irá abalar tudo que a equipe acredita sobre a vida e a morte.
Uma língua tida como morta é ouvida entre os gritos – o Báctrio – uma das línguas menos conhecidas do antigo Irã, que teve seus monumentos destruídos pelos Talibãs em 2001.
Na noite, misteriosos ataques de grandes animais os levam a descobertas desconcertantes.
Entre os ossos de reis mortos e de mais de 100.000 antigos habitantes da cidade massacrada por Gengis Khan, algo de muito perigoso e maligno está saindo do passado, direcionando o clamor de sua vingança contra os que ainda estão vivos.
Cheia de suspense, a parceria do meu querido autor de thrillers de aventura, James Rollins (resenhas no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/category/james-rollins/), com a escritora Rebecca Cantrell, em City of Screams até que deu certo. E me deixou com a pulga atrás da orelha. Geralmente não gosto delivros escritos a quatro mãos. Mas acho que sair uma grande série dessa parceria.
Com uma abordagem totalmente nova, dos mistérios mais antigos, Rollins e Cantrell construíram um personagem fascinante, no Sargento Stone.
Além disso, é muito legal a idéia de um conto ser lançado no Kndle – levando a curiosidade do leitor a se interessar pela estória maior no livro.

Blood Brothers

Blood Brothers

Innocent Blood

Innocent Blood

O City of Screams é a grande introdução para a série The Order of the Sanguines – segue-se The Blood Gospel, outra Kindle short story: Blood Brothers, e Innocent Blood. (Resenhas em breve)

Ao final do conto City of Screams, são oferecidos os trechos iniciais do The Blood Gospel, onde novas explorações do Sargento Stone e sua equipe, serão reveladas.

The Blood Gospel

The Blood Gospel

Booktrailer:


THE_DEVIL_COLONY_1306038894P“O problema não é se o supervulcão irá entrar em erupção; e sim, quando.” – James Rollins

                        Num misto de rica imaginação e pesquisa detalhada, o livro pretende responder a uma inquietante pergunta para os norte-americanos: A fundação dos Estados Unidos da América poderia ser baseada numa mentira?  A história americana tem sido manipulada desde a fundação das 13 colônias?

A resposta chocante permanece escondida nas ruinas de uma 14ª colônia perdida no tempo e amaldiçoada ao esquecimento.  Um lugar conhecido somente como A Colônia do Diabo (The Devil Colony).

A estória começa com uma estranha descoberta nas Montanhas Rochosas: centenas de corpos mumificados, que atraem a atenção do mundo e causam uma tremenda controvérsia, já que os corpos eram de pele branca.  Também, um crânio de tigre de dentes de sabre, banhado a ouro.

Apesar das dúvidas sobre a origem das tais múmias, os nativos norte-americanos reclamam os restos pré-históricos e os estranhos artefatos encontrados na mesma caverna: placas de ouro com inscrições ainda desconhecidas – a possivel origem do Livro dos Mórmons.

Durante protestos no local da descoberta, uma antropóloga morre de forma horrível, queimada até os ossos numa explosão bem em frente das câmeras de televisão.

419291_10150602117478229_21898023228_9215588_26010055_nTodas as evidências apontam para um grupo radical de índios norte-americanos, incluindo uma militante adolescente, Kai Quocheets, que foge do local com uma prova vital sobre o assassinato da anropóloga.  Ela apela para a única pessoa que a pode ajudar: seu tio Painter Crowe, Diretor da nossa velha conhecida Força Sigma, que, como todos os leitores já sabem, é um exército secreto composto de militares/cientistas (resenhas no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/?s=for%C3%A7a+sigma ).

Para proteger sua sobrinha e descobrir o que realmente aconteceu, Painter Crowe vai começar uma guerra entre as forças mais poderosas do país, dos picos vulcânicos da Islândia, ao depósito de ouro do Forte Knox, onde é encontrado um mapa escondido por Thomas Jefferson, séculos atrás.

E ainda, para piorar, uma grande ameaça se assombra, à medida que uma reação em cadeia se inicia – uma fissura geológica que ameaça com supervulcões e terremotos, toda a costa oeste dos EUA.

Painter junta forças com o professor Henry Kanosh, um historiador nativo – estudante dos tais índios brancos: o Povo da Estrela da Manhã (Tawtsee’unsaw Pootseev), que também poderiam ter sido os nefitas, uma das tribos perdidas de Israel que, de acordo com o Livro dos Mórmons, vieram para a América do Norte por volta de 600 a.C..

Também somos apresentados a Rafael Saint Germain, um aristocrata francês e de alto posto na Guilda.

Gray Pierce, Monk Kokkalis e Seichan seguem uma trilha histórica aberta pelo lendário explorador Meriwether Lewis (da famosa expedição “Lewis and Clark”) e Fortescue Archard, um cientista francês do século XVIII. Ambos, ao que parece, trabalhando em nome de Thomas Jefferson para proteger os segredos dos Pootseev Tawtsee’unsaw de seus inimigos.

Meriwether Lewis (1774-1809) ajudou a desbravar o oeste americano, mas morreu sob circunstâncias misteriosas apenas três anos mais tarde. Em 1803, em nome do presidente Thomas Jefferson, Lewis e William Clark, lideraram uma expedição histórica e transcontinental, até o Pacífico. A expedição Lewis e Clark forneceu informações sobre a flora do continente, a fauna, geografia e povos nativos. A viagem levou dois anos, quatro meses e dez dias.  Por seus esforços, Lewis foi nomeado governador do território da Louisiana. Em 1809, a caminho de Washington DC, Lewis foi encontrado com ferimentos de bala na cabeça. A controvérsia envolve a sua morte até hoje.

Um cenário mais amplo sobre a Guilda começa a se delinear. Rafe revela que a organização é liderada por uma única antiga família: “a verdadeira Bloodline” (título do próximo volume da série – resenha em breve), que remonta a milênios. Essa familia poderosa fora também conhecida como “A família Star” (famillle de l’Etoile). De acordo com Rafe, a Guilda é “o segredo de todas as sociedades secretas.”
E esse segredo está ligado ao nascimento da América – tema do próximo livro da Força Sigma – The Bloodline (resenha em breve).

Com o tempo se esgotando, a Força Sigma deve se juntar em aliança com a Guilda, para encontrar “Colônia do Diabo” antes do fim do mundo chegar…

Neste livro, Monk sobrevive para ver o nascimento de sua segunda filha, Harriet – um evento que o faz repensar seu futuro com a Força Sigma.

O Comandante Gray sofre uma perda pessoal devastadora para o Alzheimer, que o aproxima de Seichan – onde está Rachel Verona uma hora dessas?

Mas os leitores fãs da personagem Seichan podem se alegrar – ela tem uma grande participação na trama e sua caracterização sofre enormes transformações. Seichan sempre foi a minha favorita – ela me fascina e me intriga. E não me decepcionei!

Minha edição é uma brochura com fonte 14 (Large Print) – deliciosamente fácil de ser lido.

Gosto quando o livro de aventura, traz mapas – e esse nos apresenta a região do oeste americano, em especial o Parque Yellowstone.

Postcard 8810 - Old Faithful In Lobby; Frank J Haynes; No dateNa foto ao lado, o Old Faithfull Inn, hotel dentro do Parque, mencionado no livro – em 2009 fui a um resort da Disney chamado Fort Wilderness que é cuspido e escarrado o Old Faithfull Inn – tem gêiser e tudo!

Esse é o dom de James Rollins: ver o mundo através de lentes coloridas – descobrir maravilhas nos lugares e coisas mais improváveis e manter coesa uma longa lista de temas fascinantes e, ao mesmo tempo, díspares.

CHOQUE DE REALIDADE, de acordo com o Guia de leitura do livro, recentemente disponibilizado pelo escritor:

Tema científico principal – nanotecnologia – exemplo fácil de se entender: para entender alguma coisa tão pequena, veja o ponto ao fim desta frase. Vestígios históricos de nanotecnologia – o aço de Damasco e vidros medievais.

“Are you suggesting these medieval sword makers were capable of manipulatins matter at the atomic level, that they´d cracked the nanotech code way back in the Middle Ages?” – Painter Crowe

SOLO_SAGRADO_1251592032PSobre os tais índios de pele clara e de olhos azuis: O povo pré-histórico que nós chamamos de Anasazi habitou a região do Arizona, Novo México e Colorado. “Anasazi” é uma palavra em navajo que pode significar  “Antigos” ou “antigo inimigo”. O nome foi adotado pelos arqueólogos modernos em 1927. Os Anasazi são conhecidos por suas monumentais moradias escavadas em penhascos; e pela forma como abandonaram seus assentamentos, deixando para trás imponentes ruínas em locais tais como Chaco Canyon, no Novo México e Mesa Verde, no Colorado. Por que exatamente os Anasazi “desapareceram” ainda não está claro – há evidências de guerras, revolução religiosa, e até mesmo canibalismo. Para saber um pouco mais sobre o tema, leiam Solo sagrado, de Barbara Wood – é um livro belíssimo e muito esclarecedor (resenha no Skoob: http://www.skoob.com.br/estante/livro/968815 ). “With those deaths, all who had knowledge of the Great Elixir and the Pale Indians have pass´d into the hands of Providence” – Benjamim Franklin

O Alphabet of the Magi foi um alfabeto inventado por Theophrastus Bombastus von Hohenheim (conhecido como Paracelsus), com o propósito de gravar os nomes dos anjos, em talimãs.  Para fazer download e usar em ilustrações: http://www.afternight.com/runes/runes5.htm – fontes de diversos alfabetos antigos.

220px-Livro_de_Mormon_1981_SPO livro dos Mórmons – veio da tradução de uma língua há muito perdida, o “Egípcio reformado”gravada em placas de ouro e encontradas por Joseph Smith – o fundador da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias .  Suas palavras, foram resumidas por um profeta-historiador chamado Mórmon. O registro contém um relato de duas grandes civilizações. Uma veio de Jerusalém no ano 600 a.C. e posteriormente se dividiu em duas nações, conhecidas como nefitas e Iamanitas. A outra veio muito antes, quando o Senhor confundiu as línguas na Torre de Babel. Este grupo é conhecido como jareditas. Milhares de anos depois (segundo a obra) foram todos destruídos, exceto os lamanitas, que (de acordo com a obra) são os principais antepassados dos índios americanos”.  Moroni, filho de Mórmon, recebeu essas placas e acrescentou nas mesmas o seu próprio registro, e ocultou-as segundo orientação que acreditava ser divina.  Na narrativa de Joseph Smith, o restaurador da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos últimos Dias, Moroni instrui-o a respeito do antigo registro e da tradução que seria feita para o inglês. Smith também conta que quatro anos mais tarde as placas finalmente lhe foram entregues, traduzindo-as em seguida, acreditando ter auxílio divino.

Reúne as crenças dos Mórmons com a moderna ciência genética: http://maxwellinstitute.byu.edu/publications/jbms/?vol=12&num=1&id=314

Coincidências entre o Hebreu e as línguas nativas norte-americanas – http://maxwellinstitute.byu.edu/publications/jbms/?vol=9&num=2&id=228

Morro da serpente – Os primeiros vestígios humanos na Califórnia, datam de 43.000 anos a.C. Acredita-se que o homem chegou à América, vindo pelo Estreito de Bhering, antes da última glaciação do Canadá.   Podemos deduzir que suas religiões era xamânicas, baseadas no culto dos espíritos, sendo os sacerdotes, os elementos de ligação entre as pessoas comuns e o mundo espiritual, através do fenômeno do transe. Durante o século XIX, os americanos ficaram perplexos, devido ao grande número de montanhas artificiais espalhadas pelos Estados Unidos.  Em 1894, o Morro da Serpente, em Ohio e o resto de milhares de outros aterros semelhantes, provaram a complexidade das práticas religiosas e funerárias das primeiras sociedades nativas americanas.

Como se nota, a serpente não é visível ao nível do solo.  Hoje, os visitantes podem subir numa torre para ver sua forma real.  O rabo da serpente é espiralado, na forma conhecida em todo o mundo, como o símbolo de forças telúricas sagradas.  Isso sugere que eles também adoravam a terra como a Grande-Mãe.  O morro tem 366 metros de comprimento e cerca de 1,5 metros de altura. Quem construiu o Morro da Serpente? O mais provável é que tenha sido o povo adena, que existiu do século VI a.C. Os adenas, cujos restos foram encontrados na área, viviam da caça e da colheita. A evolução desse povo deu origem aos hopewell, mercadores que viajavam dos Grandes Lagos para o Mississipi, requisitados artistas e artesãos.  Seu comércio estava ligado á demanda de artefatos fúnebres de luxo.  Eles sepultavam seus mortos com ornamentos complicados, jóias, cerâmicas e pequenas figuras de barro, do falecido. 

Wupatki – Anaasazi Bikin – No século XII d.C. o povo anasazi foi o maior construtor entre os indígenas da América do Norte, tendo erigido suas extraordinárias aldeias por todo o sudoeste.  O ápice de sua arte, expressa-se em Pueblo Bonito, no Cânion Chaco, no Novo México.  Esse complexo ergue-se, em alguns pontos, em até 5 andares, com seus 800 aposentos ocupando uma área de 1.200 hectares.  Suas espessas paredes são feitas de blocos irregulares de arenito, com passagens modulares entre salas contíguas e fileiras de troncos, sustentando o piso superior.  A vida espiritual dos anasazi concentrava-se em câmaras circulares escavadas, chamadas kivas, que simbolizavam o útero da mãe-terra.  Nas kivas, os espíritos da Terra eram chamados a abençoar o povo. Pueblo Bonito era um imóvel-aldeia.  O primeiro dos grandes imóveis norte-americanos.  Nas suas divisões, vivia uma população de agricultores e de artesãos.  Em Pueblo Bonito havia 37 kivas subterrâneas, que, segundo estudos atuais, possuem alto nível de radiação.  Fragmentos da exclusiva cerâmica branco-e-preta dessa tribo ainda podem ser encontrados no local. O Cânion Chaco foi a morada desse povo, que ali viveu até o século XII d.C. As casas, similares a modernos prédios de apartamentos, foram entalhadas nas rochas, com a ajuda de machados de pedra, o que os classifica como povo da Idade da Pedra.  Sua cultura deu origem aos índios hopi.

wp_the_devil_colony_1024Entrevista com James Rollins

Q: There are some pretty fantastic settings in The Devil Colony, all pretty much right here in the good ol’ US of A. Was it nice to be able to set a book mainly in America? Were you able to visit the stunning locations in the book, such as the Arizona desert and the Rocky Mountains?

Rollins: I had great fun researching this novel set in my own backyard (so to speak). For the past decade, I’ve been fielding questions from readers about setting a Sigma novel within the United States. But I knew it had to be the perfect story, a novel thrilling enough to justify coming home. I’ve been searching for that story for about five years, and when I finally discovered it, the book still took me a full two years to write. It’s one of the biggest and most shocking of my novels. It took me trekking across the country and back, from Washington, D.C. and FortKnox out east, to Salt Lake City and YellowstoneNational Park out west. I interviewed Mormon scholars, read scientific and historical abstract, and studied ancient petroglyphs. It is a story never told—but one that needs to be finally revealed after two hundred years of secrets.

Q: Thomas Jefferson—while he never appears in this story—plays a significant role. Why Thomas Jefferson? What intrigues you about him?

Rollins: Everyone knows Thomas Jefferson as the architect of the Declaration of Independence. Volumes have been written about the man over the past two centuries, but of all the founding fathers of America, he remains to this day wrapped in mystery and contradictions. He was both politician and scientist.  For instance, it was only in 2007 that a coded letter, buried in his papers, was finally cracked and deciphered. It was sent to Jefferson in 1801 by a colleague who shared a passion for secret codes. Jefferson was fascinated to the point of fixation on Native American culture and history. At his home in Monticello, he put together a collection of tribal artifacts that was said to rival museums of the day (a collection that mysteriously disappeared after his death). Many of these Indian relics were sent to him by Lewis and Clark during their famed expedition across America. But what many don’t know is that Jefferson sent a secret message to Congress in 1803 concerning Lewis and Clark’s expedition. It revealed the true hidden purpose behind the journey across the West. In The Devil Colony, you’ll learn that purpose—and so much more about the founding of America. And it has nothing to do with freemasons, Knights Templar, or crackpot theories. The truth is as illuminating as it is disturbing.

Q: Your books often include high-concept scientific theory. While not wanting to spill any secrets about the plot of The Devil Colony, what are some of the breaking-news scientific concepts laced through the pages of this book?

Rollins: The science in this novel addresses the next big leap in scientific research and industry. It can be summarized in one word: Nanotechnology. In a nutshell, it means manufacturing at the atomic level, at a level of one billionth of a meter. The nanotech industry is exploding. It is estimated that this year alone $70 billion worth of nanotech products will be sold in the U.S. alone: toothpaste, sunscreen, cake icing, teething rings, running socks, cosmetics, and medicines.

What’s the downside of such a growth industry? These nanoparticles can cause illness, even death. It’s a new and wild frontier. There is presently no requirement for the labeling of nano-goods, no required safety studies of products containing nanoparticles. But there’s an even darker side to this industry. This technology has a history that goes back further than the twentieth century—much further. The Devil Colony explores those dark roots of this “new” science.

Q: As a reader, it’s a huge treat to re-connect with the Sigma Force team, all of whom are such beloved characters. As an author, is it a similar experience for you to write about them? Do you feel like you’re visiting with dear friends?

Rollins: Definitely. I’ve been living and breathing these characters for going on a decade. We’ve seen them grow, have children, face the challenge of balancing work with family, and deal with losses. While the Sigma team is chocked full of talented and dedicated people, they are still people with real-life challenges alongside the world-spanning adventures. In this book especially, those two worlds collide in a harrowing manner for one of my characters. To me, that’s what makes these characters feel so alive in my heart. They are not a static team who run into adventure after adventure. Instead, they change, they mature, they get life-altering injuries—and yes, they also die. It’s that fragility, that mortality, that breathes life into a character.

Videos sobre o livro:


21823741_4Romance policial, paródia, crítica ao mundo editorial, humor negro?

                        Uma bióloga planeja matar seu marido com uma picada de cobra num hotel fazenda, onde não pode ser encontrado soro anti-ofídico. Fúlvia Melissa vê no interesse por cobras do escritor José Guber a chance de transformá-lo em cúmplice, já que ele escreve livros sobre assassinatos. Eles acabam se tornando amantes e… o resto vocês podem imaginar.

A revelação de que os romances de banca – seja qual for o gênero – são como uma linha de montagem automática de uma fabriqueta qualquer, cheia de regras de pode-não-pode, não me era desconhecida.  Há umas décadas, trabalhei como datilógrafa (isso mesmo: de máquinas de escrever) para uma senhorinha de cabelos brancos, que escrevia romances de far-west, sob vários pseudônimos diferentes, todos estrangeiros e masculinos – à velocidade de 2 por mês.  Mas a idéia ainda me é bastante inquietante.

Também é deslavada a cara-de-pau de José Gruber, em copiar a trama principal de clássicos da literatura policial internacional, como: O gato preto e Os crimes da Rua Morgue, ambos de Edgar Allan Poe, e O assassinato de Roger Ackroyd de Agatha Christie – e seu editor, Wilmer não reconhecer nenhuma delas, pela sinopse.

Minha primeira impressão, logo na primeira página foi muito ruim.  Embora entenda que a autora queria mostrar logo de cara o caráter dúbio da personagem de Fúlvia Melissa, e embora soubesse sua profissão de pesquisadora de ofídios (cobras e assemelhados), a idéia do coelho sendo devorado impiedosamente, me causou repugnância.

Não gostei da apresentação dos diálogos.  Sei que a intenção foi a de passar uma correria normal na conversa entre dois cúmplices de um assassinato, mas mesmo assim, tinha horas que eu não sabia mais quem falava o que.  Há que se inovar – bem sei – mas também há que se ter um mínimo de respeito pelas regras de pontuação da gramática brasileira.

Não gostei da opinião expressada através do personagem José Gruber, de que donas de casa, manicures e corretores “jamais leriam os clássicos”.  Ao plagiar as verdadeiras tramas, em estórias de banca, ele estaria, na verdade, fazendo-lhes um favor. – não gosto de romances de banca, nunca os compraria, mas respeito minhas amigas que os lêem – e algumas são bastante cultas.

Logo na página 26, eu já tinha previsto toda a trama que ainda viria – com riqueza de detalhes – isso me broxou bastante.  Preciso de ver desafios num thriller – porque, senão, não é um thriller, para mim.

ICE_HUNT_1369509037PA estória do sapo cataléptico eu também já conhecia – acabei de ler e de resenhar um livro maravilhoso de James Rollins, Ice Hunt (resenha no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/2013/06/22/ice-hunt-james-rollins/ ), em que são descritas as características de uma forma de animação suspensa, que certas espécies de tartarugas e rãs experimentam, porém ainda vivos, por conta de uma questão de açúcar em glândulas especiais.

Entretanto, gostei da estratégia bolada pela mãe de José Gruber para enfrentar em alta e viva voz, os vendedores ambulantes de pamonha e similares.

Por fim, para enterrar de vez qualquer resquício de admiração pelo livro, José Gruber declara que é “uma coisa interessante de criar cobras, (…) é que não existe aquela relação pegajosa, aquela necessidade doentia que os gatos tem de afago.” – essa frase, para uma adoradora de gatos como eu, dona de 2 felinos lindos e deliciosamente carentes de afagos, é um pecado mortal!

Sei que serei apedrejada, mas, em resumo, gosto é gosto – e o que é de gosto regala o peito! #prontofalei!