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RED_MIST_1322861721PPatricia, please! Traga a nossa heroína de volta!

 

A Dra. Kay Scarpetta foi se encontrar com uma prisioneira, no presídio de segurança máxima da Geórgia, para mulheres.

 

A prisioneira foi condenada por pedofilia (seduziu Jack Fielding quando ele tinha 12 anos de idade e ela uma assistente social com mais de 30) e é mãe de uma brilhante e diabólica serial killer. – tudo isso esclarecendo e continuando a trama do livro anterior da série: Port Mortuary (resenha no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/2013/11/23/port-mortuary-patricia-cornwell-serie-kay-scarpetta-18/).PORT_MORTUARY_1294666797P

 

Scarpetta está determinada a ouvir o que Kathleen Lawler tem a falar – respostas quanto à morte de seu antigo assistente, Jack Fielding, morto pela filha deles, Dawn Kinkaid.

 

Mas logo Kay descobre ligações com outras mortes estranhas ocorridas em prisões, e assassinatos terríveis, incluindo o massacre a uma família inteira de um médico, anos atrás, cuja acusada é a interna mais famosa daquela prisão: Lola Daggett, que está no corredor da morte esperando sua execução em pouco tempo.

 

Enquanto conversa com Kathleen, Kay recebe da mulher, um bilhete, que a leva ao encontro da ex-promotora Jamie Berger, também ex-namorada de Lucy Farinelli (sobrinha de Kay).

 

Jamie diz que possui provas de que Lola é inocente e pede a ajuda de Kay para anular sua execução.

 

À medida que vai entendendo melhor a situação, Scarpetta conclui que tudo isso é somente o início de alguma coisa mais destrutiva: uma terrível conspiração em escala internacional.

 

E ela é a única que pode resolver o problema… A super heroína! (rs de ironia).  Ela é uma médica com especialização em patologia forense e radiologia em 3D (para examinar o corpo por dentro antes de cortar, como já lemos em Port Mortuary).

 

Meus leitores…

 

Desde o Livro dos Mortos, venho notando um certo afastamento da escritora Patricia Cornwell, de sua criação, Kay Scarpetta.  Parece ter perdido aquela faísca de vida que fez da série um sucesso entre seus fãs – e outros 2 livros já se passaram após esse: Scarpetta e Scarpetta´s Factor.

 

Sempre comprei todos os livros, mesmo em pré-venda na Amazon.  Fico esperando a velha Lucy Farinelli, ainda policial e, ainda sem grana, porém, muito rica de ideologias e teimosias – sempre às voltas com seus casos amorosos – sem problemas por serem mulheres.  Fico esperando para ter pena de Marino, novamente… mas, porém, isso tudo acabou.

 

Não sei o que aconteceu, mas a opinião não é somente minha – lendo as resenhas desse livro, Red Mist, que traduzi mais adiante, me deparo com muitas opiniões semelhantes.  Muitos também passaram as repetitivas páginas desse livro, na esperança de encontrar uma estória interessante – mas só encontramos uma chatice tecnológica cheia de termos técnicos.  Não há suspense, nem paixão.  Estou tão desapontada, que não sei nem o que dizer mais.

 

Patricia, please! Traga a nossa heroína de volta!

 

Resenhas de leitores estrangeiros traduzidas da página do livro no Amazom.com:

 

  • Diálogos fracos, tramas inverossímeis, repetições desnecessárias.
  • O livro mais chato que já li.
  • Este livro não vale o seu dinheiro ou o seu tempo de leitura. Fim de caso.
  • A cada novo livro eu fico esperando que a escritora leve as resenhas negativas em consideração – mas nada acontece.
  • Este livro foi uma piada. Poderia ter sido reduzido a um conto, que estaria melhor.

Eu ficava esperando pelos trechos em que Patrícia Cornwell descrevia a casa e a cozinha de Scarpetta. E ainda fico esperando pelo cheiro da comida que a legista cozinha, quando está muito nervosa, ou muito feliz, ou as duas coisas. “Food is more than sustenance to me. Food is a ritual, a reward, a way of soothing my nerves and brightening my mood.” – Kay Scarpetta

Ela, inclusive, lançou um livro com suas receitas dos livros: Food to die For, em 2002 – algumas das receitas:* Grilled Grouper with Butter and Key Lime Juice (Cruel and Unusual)* Lasagna with Marinara Sauce and Porcini Mushrooms (Cause of Death)* Kay’s Grilled Pizza with Sausage, Pepperoni, and Three Cheeses (Black Notice).

o Scarpetta´s gear que Patricia Cornwell me enviou de Natal

o Scarpetta´s gear que Patricia Cornwell me enviou de Natal

Houve uma época em que eu morri de emoção, ao ganhar em 2010, da escritora, como presente de natal, o boné de Unnatural Exposure (Contágio criminoso).

Dear Lilia, You have been chosen to receive a special surprise from the Patricia Cornwell fan page if you would kindly message back with a mailing address.  Thank you very much.   Hi Lilia, The gift should come soon. We just started mailing them out. The first step was to collect addresses, get organized and begin mailing. Please keep in touch if you do not get it within the next week or two let us know!  Thanks for your patience.  “Enjoy your hat Lilia!”– e eu, Lili  Machado, recebi meu Scarpetta´s gear, em fevereiro, como seguidora da página da escritora, no Facebook, na semana de meu aniversário – era um boné do livro: Unnatural Exposure – amei!

 

 

Patricia Cornwell fala sobre o livro:


PORT_MORTUARY_1294666797P“Não tenho certeza se ainda existe alguma ficção científica. Venha com a invenção mais fenomenal que você possa imaginar, e ela provavelmente já estará sendo implantada, em algum lugar deste planeta.” – Kay Scarpetta

O 18º livro da série Kay Scarpetta (resenhas no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/?s=kay+scarpetta), envolve a médica legista num caso que ultrapassa a Segurança Nacional e sua vida pessoal.

A estória começa no necrotério (Port Mortuary) da Força Aérea de Dover, onde Scarpetta está dando consultoria em técnicas de necropsia virtual (Ressonãncia Magnética escaneando os corpos antes de realmente abri-los).

“I´m not sure there´s any such thing as science fiction. Come up with the most extreme invention you can imagine, and it´s probably being implemented somewhere.(Não tenho certeza se ainda existe alguma ficção científica. Venha com a invenção mais fenomenal que você possa imaginar, e ela provavelmente já estará sendo implantada, em algum lugar deste planeta.)” – Kay Scarpetta

A morte misteriosa de um jovem se torna mais estranha depois que esse exame revela uma destruição tão extensa, quanto seria a realizada por uma bomba, dentro do corpo.

Scarpetta e seu marido, o consultor do FBI, Benton Wesley, juntamente com sua sobrinha gênea da computação Lucy Farinelli, e o Capitão Peter Marino, descobrem ligações do crime com projetos do governo e com o desaparecimento do assistente de Kay, Jack Fielding.

Além disso, o passado militar de Kay, ainda a assombra.

Outro caso terrível surge – o assassinato de um menino, com uma máquina de grampear madeira – Ui!

Logo Kay começa a suspeitar que os dois casos estejam relacionados – através de uma peça de tecnologia encontrada no apartamento da primeira vítima.

Na trama também aparece um capítulo da vida de Kay, que ainda não nos foi revelado – parece ter sido uma experiência bem traumática, no entanto, nunca foi mencionado em seus livros anteriores.

Vestígio (Trace)

Vestígio (Trace)

O primeiro livro da série que li, foi o Vestigio (Trace – resenha no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/2012/01/14/vestigio-trace-patricia-cornwell-serie-kay-scarpetta-13/ ). Saí desesperada, catando todos os livros, desde o primeiro.

LIVRO_DOS_MORTOS_1265838121PPorém, desde Livro dos Mortos, venho notando um certo afastamento da escritora Patricia Cornwell, de sua criação, Kay Scarpetta.  Parece ter perdido aquela faísca de vida que fez da série um sucesso entre seus fãs – e outros 2 livros já se passaram após esse: Scarpetta e Scarpetta´s Factor.

 

Ao longo dos anos, eu tenho dito que sou viciada em Kay Scarpetta – sinto dizer que este vício está diminuindo a cada novo livro.  E eu ainda fui cair na esparrela de ler o decepcionante Em risco (At Risk – resenha no blog:  https://houseofthrillers.wordpress.com/2013/07/27/em-risco-at-risk-patricia-cornwell-serie-win-garano-1/). Da série Win Garano.

Sempre comprei todos os livros, mesmo em pré-venda na Amazon.  Eu ficava esperando pelos trechos em que Patrícia Cornwell descreve a casa e a cozinha de Scarpetta.  E ainda fico esperando pelo cheiro da comida que a legista cozinha, quando está muito nervosa, ou muito feliz, ou as duas coisas.  Fico esperando a velha Lucy Farinelli, ainda policial e, ainda sem grana, porém, muito rica de ideologias e teimosias – sempre às voltas com seus casos amorosos – sem problemas por serem mulheres.  Fico esperando para ter pena de Marino, novamente…  mas, porém, isso tudo acabou.

Não sei o que aconteceu, mas a opinião não é somente minha – lendo as resenhas desse livro, Port Mortuary, no site da Amazon.com me deparo com muitas opiniões semelhantes.  Muitos também passaram as repetitivas páginas desse livro, na esperança de encontrar uma estória interessante – mas só encontramos uma chatice tecnológica, cheia de termos técnicos.  Não há suspense, nem paixão.  Estou tão desapontada, que não sei nem o que dizer mais.

Patricia, please! Traga a nossa heroína de volta!

o Scarpetta´s gear que Patricia Cornwell me enviou de Natal

o Scarpetta´s gear que Patricia Cornwell me enviou de Natal

Houve uma época em que eu morri de emoção, ao ganhar em 2010, da escritora, como presente de natal, o boné de Unnatural Exposure (Contágio criminoso).

Dear Lilia, You have been chosen to receive a special surprise from the Patricia Cornwell fan page if you would kindly message back with a mailing address.  Thank you very much.   Hi Lilia, The gift should come soon. We just started mailing them out. The first step was to collect addresses, get organized and begin mailing. Please keep in touch if you do not get it within the next week or two let us know!  Thanks for your patience.  “Enjoy your hat Lilia!”– e eu, Lili  Machado, recebi meu Scarpetta´s gear, em fevereiro, como seguidora da página da escritora, no Facebook, na semana de meu aniversário – era um boné do livro: Unnatural Exposure – amei!

 

 

Patricia Cornwell fala sobre o livro:


at riskEM_RISCO_1296767144PBrincando com o título do livro: Patrícia Cornwell corre o risco de perder sua legião de fãs.

Win Garano, um investigador de Massachusetts é chamado de volta àsua cidade natal no Tenessee, quando está terminando seu curso na Academia Nacional de Ciências Forenses.

A chefe dele, Monique Lamont, é uma promotora distrital muito atraente, mas perigosa.

De olho nas eleições para Governador do Estado, ela planeja usar uma iniciativa que chama de: At Risk (Em Risco) – qualquer crime, a qualquer momento, com investigações levadas a cabo através de pesquisas de DNA em crimes antigos e não resolvidos.

Garano não tem muita certeza quanto às intenções de sua chefe, mas logo um crime muito pessoal acontece, mudando toda a perspectiva do projeto.

Pessoal – eu que sou viciada em Patrícia Cornwell, não tenho mais muito o que falar – o livro é muito ruim mesmo – e vai ficando cada vez pior… Uma decepção para os fãs da escritora, que brilha através da série com a famosa médica legista Kay Scarpetta (resenhas no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/?s=scarpetta ).

A escritora tentou mudar para o território dos investigadores masculinos e carismáticos, mas a trama fraca e os personagens sem graça estão muito longe dos que conhecemos de Patrícia Cornwell, e o final ambíguo da estória é terrível.

Não vale nem o dinheiro gasto, nem o tempo de leitura perdido.

Trailer do filme para televisão baseado no livro:


Editora: Harper Collins

Sigma Force

“The greatest blessings granted to mankind come by way of madness, which is a divine gift.” (As maiores bençãos da humanidade vieram através da loucura) – Sócrates

Continuando nossa viagem pelas aventuras da força Sigma, neste 5º volume, o Comandante Gray Pierce, Painter Crowe e Monk (sim – ele está de volta!) vão lidar com bioengenharia, manipulações genéticas, o Oráculo de Delfos, ciganos, Guerra fria, contaminação nuclear, Grécia, Índia, autismo – e de quebra, a Paz Mundial. Enfim, vários elementos que, reunidos, fazem a festa dos amantes da boa literatura de fantasia e aventura, com toques históricos e arqueológicos.

Registro, também, que o livro é um belo exemplar de hardcover, o que mais prazer me dá em lê-lo.

O livro começa com informações sobre o Oráculo de Delfos, na Grécia antiga, que era consultado por Platão, Aristóteles e Ovídeo. Essas profecias foram fundamentais no curso dos acontecimentos da civilização ocidental e os gases alucinógicos que eram utilizados para facilitar o transe das pitonisas, eram reais.

Por mais de mil anos, o Oráculo de Delfos ofereceu enigmáticas profecias a de reis e plebeus. Supplicantes vinham ao Templo de Apolo, nas encostas do monte Parnaso, na Grécia, para fazer perguntas ao oráculo. A pitonisa dizia ter recebido sua sabedoria através da inalação de vapores que se levantavam de um abismo no chão da câmara do oráculo. Ao longo dos séculos, notáveis ​​como Adriano e Creso consultaram o Oráculo, até que o imperador cristão Teodósio I fechou o templo pagão em 393 AD.

Os estudos mais recentes têm mostrado que Delphos está situada sobre duas linhas de fratura geológicas, que se cruzam. A teoria é de que essas falhas poderiam ter produzido um gás que induzia um transe.  Hoje, tudo o que resta do Templo de Apolo são ruínas.

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Editora: Putnam´s Sons

“We owe respect to the living.  To the dead we owe only truth.” – Voltaire (Devemos respeito aos vivos.  Aos mortos devemos, somente, a verdade)

O romance policial de número 17, da série Scarpetta, reúne todos os nossos velhos conhecidos personagens, em Nova Yorque.  Por mais de 20 anos, seus livros nos tem trazido o melhor do thriller contemporâneo.  E quando se trata de ciências forenses, ninguém consegue competir com ela.  Marino está trabalhando para a polícia, Benton Wesley está casado com Kay e trabalhando como psicólogo forense no Hospital Bellevue, e Lucy continua o gênio da computação, relacionando-se com a promotora Berger.

Na semana antes do Natal, Scarpetta participa de um programa de televisão, para o qual é convidada a falar sobre a importância dos fios de cabelo como prova forense (com o advento do DNA), mas onde é questionada, na verdade, o tempo todo, sobre a vítima Hannah Starr, bela bilionária, executiva financeira, desaparecida desde o Dia de Ação de Graças e presumidamente morta, com quem Lucy parece ter dividido um passado sombrio. (mais…)