Posts com Tag ‘Scotland Yard’


 Editora: Alfred A. Knopf

“O mundo dos que estão para morrer é um mundo que não é dos vivos nem dos mortos. Eles se sentam e falam, as pessoas falam com eles, eles ouvem e até sorriem, mas já estão longe de nós em espírito; e não há meio de se entrar em seus mundos sombrios.” P. D. James
A estória de um mundo sem crianças e sem futuro – a raça humana tornou-se infértil nos anos 90 e a última geração a nascer, agora já é adulta (os perfeitos Ômegas) e a civilização se volta para o suicídio e desespero. O último ser humano a nascer, agora com 25 anos, é assassinado numa briga de bar.  As religiões formalmente organizadas são contestadas. A educação é menosprezada. (mais…)

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Editora: Record

O 1º Romance Publicado de Agatha Christie (1920)

Vejam só! – tenho a coleção completa da Aghata e não sabia que este tinha sido seu primeiro e, também, o início da saga Poirot, sendo contado, em 1ª pessoa, pelo Coronel Hastings, amigo do detetive belga.  Foi escrito quando ela tinha 26 anos, instigada pela irmã que disse: “aposto como você não é capaz de escrever uma boa estória de detetives.”  Agatha trabalhou durante vários meses e criou seu primeiro detetive.  Suas principais influências vinham de Conan Doyle e de seu Sherlock Holmes: as pistas e “o amigo idiota” – o Capitão Hastings.

Hercule Poirot era um detetive belga, com uma fervorosa confiança em suas pequenas células cinzentas e um ego monstruoso.  Sua apresentação nos é dada por seu amigo, o Capitão Hastings, que nos conta ser ele um refugiado policial, muito conceituado em seu país, que havia escapado dos ataques alemães. “Poirot era um homenzinho de aparência fora do comum.  Mantinha sua dignidade em pouco mais de um metro e sessenta centímetros.  A cabeça era exatamente igual a um ovo e ele sempre a mantinha um pouco inclinada para um lado.  O bigode era duro e militar.  A limpeza da indumentária era quase inacreditável.  Acho que uma partícula de poeira lhe teria causado mais dor do que um ferimento de bala.”  Não era um amante fervoroso, leviano, insensível ou irresistível, mas era um romântico incurável.  “Desejar ardentemente mulheres grandes e extravagantes é a infelicidade dos homens pequenos e precisos”. – Hercule Poirot .  Jamais consegiu libertar-se da fascinação fatal que a Condessa Vera Rossakoff exercia sobre ele.  Nunca espancava os criminosos, nem carregava armas de fogo.  Preferia o estilo de decoração Art-déco, apreciava a boa comida e vinhos finos.  Preferia café pela manhã e chocolate quente à tarde.  Não tinha tendências para o cultivo de flores, mas gostava de plantar certas variedades de abóboras.  Teve um irmão chamado Achille, mas… “Só por um curto espaço de tempo”. – Hercule Poirot.  Perto de sua morte, dama Agatha revelou que perdera a afeição por Hercule Poirot.  Não fosse pelo fato de ser uma enorme fonte de divisas, ela o teria envenenado há muito tempo: “Ele me entedia até a morte”.  E ele morre em 1975, no livro Cai o pano (Curtain). (mais…)


Editora: Nova Fronteira

Uma morte curiosa no passado desperta uma suspeita que irrompe no presente.

Este thriller de Agatha Christie não está entre os trabalhos mais memoráveis ​​da autora, nem é seu mais célebre – mas é uma peça que mostra Christie brincando com um tema favorito: uma morte curiosa no passado desperta uma suspeita que irrompe no presente.

Um ano antes, a encantadora  socialite Rosemary Barton inesperadamente caiu morta no jantar em um restaurante de Londres, em sua festa de aniversário – e quando cianureto foi encontrado em sua taça de champanhe, sua morte é considerada suicídio. Ela estava um pouco deprimida depois de uma prolongada da gripe, mas Rosemary tinha tudo para viver: era jovem, rica, tinha um marido dedicado e um amante. E por que escolher um restaurante movimentado e glamouroso, durante um jantar realizado em sua honra? (mais…)


Editora: Nova Fronteira

Hercule Poirot pode apertar a rede e capturar o assassino antes que ele/ela ataca novamente?

Agatha Christie diz que, entre todos os seus livros de viagens, este é o seu preferido: “Os três personagens principais me parecem vivos e reais.”

Hercule Poirot é talvez personagem mais interessante e agradável de Agatha Christie: baixo, gorducho, e levemente cômico, Poirot tem uma mente afiada e coloca confiança ilimitada em suas “células cinzentas”. Essas células permitem Poirot a resolver alguns dos mistérios mais desconcertantes jamais concebidos. 

Em Morte no Nilo, Poirot, em férias na África, encontra a rica e bonita Linnet e seu novo marido, Simon. Como de costume, nem tudo é como parece entre os recém-casados, e quando Linnet é encontrada morta, Poirot deve, através de um grupo de suspeitos, encontrar o assassino antes que ele (ou ela) ataque novamente.

Linnett tem quase tudo: juventude, beleza, inteligência e dinheiro. Em seguida, sua melhor amiga Jackie traz seu noivo, Simon Doyle, para visitar e pede a Linnett para dar-lhe um emprego. Agora Linnett e Simon estão em sua lua de mel, num cruzeiro pelo Nilo.  (mais…)


Editora: Abril Cultural

“Em romances de mistério, encontrar o assassino é fácil, apenas deve-se concentrar sobre a pessoa que é menos provável de ter cometido o crime.” – Agatha Christie

Um anfitrião de uma festa, é assassinado numa sala cheia de jogadores de bridge!  O Sr. Shaitana era famoso como um anfitrião dessa festa.

No entanto, ele era um homem de quem todos tinham um pouco de medo. Então, quando ele se gabou com Poirot, de que ele considerava assassinato uma forma de arte, o detetive ficou com algumas reservas quanto a aceitar um convite para ver a coleção particular do Sr. Shaitana.

Na verdade, o que começou como uma noite de jogo,transformou-se em um jogo mais perigoso ainda!
O Sr. Shaitana, um rico colecionador de objetos de arte, tem uma idéia incomum para um jantar depois de um encontro casual com Hercule Poirot em uma galeria de arte. Ele convida para jantar quatro detetives, mais quatro pessoas que ele suspeita que pode ter se safado com um assassinato. (mais…)