Posts com Tag ‘Warren Hoyt’


Editora: Record

“Eu pequei.” Maura Isles
Peccavi.” – a frase em latim, escrita com sangue da vítima é o que chega de presente de Natal para a dupla Rizzoli/Isles, ligando-as, de forma indelével, ao Clube Mefisto – um grupo de estudiosos do poder maligno entre os seres humanos. O próprio Lúcifer pode estar envolvido. A cada corpo que é encontrado, fica clara a sua influência de rituais satânicos sobre algo ou alguém muito doente. Os próprios membros do Clube se encontram ameaçados. A presença do padre Daniel Brophy torna-se um complicador na vida da Dra. Maura Isles, convidando-a ao conflito religioso. A crueldade dos crimes se mescla à realidade do cotidiano da família da detetive Jane Rizzoli. Seu marido Gabriel Dean e filha, de um lado, seus irmãos e pais em constante guerrilha, do outro. (mais…)


Editora: RECORD

“Oh god. Let this be over soon.”
Já no início me deparo com meu grande pesadelo: o que fazer se você não morreu – e todos mundo acha que sim?
Tipo, ser enterrada em estado de catalepsia ou ser levada para a mesa de necrópsia com seu metabolismo tão baixo que ninguém note que você ainda está viva… Cruzes!!!
Há casos escabrosos documentados – aqui no Brasil mesmo, quem é mais experiente na vida, como eu, se lembra da morte do ator Sérgio Cardoso – uma comoção nacional – tipo: morre Tarcísio Meira ou Tony Ramos. Dias depois do enterro – não me lembro por qual razão – o corpo foi exumado e estava revirado dentro do caixão, com marcas de unhas cravadas na madeira, como que pedindo para ser libertado. Eu, heim!!! (mais…)


Editora: Record

Pensem nisso…
Bom – estou lendo a serie Rizzoli&Isles, na ordem correta – alguns em português, mas a maioria em inglês, já que nosso mercado editorial é muito lento…  Este é o 4º livro da série.

Sempre se aprende alguma coisa de história, num livro da Tess – neste momento de Dublê de Corpo, a Dra. Maura Isles, em conversa com um policial, o informa de que, antigamente, muito antigamente, uma criança enterrrada viva sob uma pedra fundamental ou alicerce, supostamente protegia casa – as práticas de sepultamento variam com o tempo. (mais…)


Editora: Record

Preciso dividir isso com vocês – eu leio durante a ida e a vinda de meu trabalho e durante meu almoço. Hoje eu quase passei do ponto certo para saltar – a leitura da Tess é tão envolvente que a gente se sente parte da trama. Que peninha: chegou a hora de saltar do ônibus. Até a hora do almoço – mal posso esperar.

“Necrofilia ou “amor pelos mortos” (relações sexuais com cadáveres) é um dos mais sombrios segredos da humanidade. A palavra vem do grego, mas existem evidências que datam dos tempos dos faraós egípcios. Uma mulher muito bonita que morria naquele tempo, tinha seu cadáver escondido dos embalsamadores por, pelo menos, 3 dias, para assegurar que seu corpo não fosse profanado sexualmente, pelos homens que a iriam preparar para a mumificação. Esse tipo de perversão sexual tem sido registrada ao longo da História – é dito que Herodes manteve relações sexuais com o cadáver de sua esposa morta, por 7 anos. Essa atividade ninguém quer comentar, mas é mencionada, repetidamente, na literatura, e em inúmeros casos de polícia reais.” (mais…)