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5__CAVALEIRO_1320866487Pthe 5thAi, ai, ai, ai, ai! Está voltando o estilo chato dos livros anteriores…

Numa corrida contra o tempo, a tenente Lindsay Boxer e o novo membro do Clube das Mulheres Contra o Crime, após a morte da Promotora Jill Bernhardt, no livro 3 (3º Grau – resenha no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/2013/10/26/3o-grau-3rd-degree-james-patterson-andrew-gross-serie-womens-murder-club-3/), a advogada Yuki Castellano, investigam a morte misteriosa de vários pacientes de um hospital – determinado a manter sua boa reputação a todo custo.

3o Grau

3o Grau

E o assassino faz parte do corpo médico deste hospital municipal de São Francisco.  Os pacientes estão recebendo medicações com dosagem errada que induzem ataques cardíacos.

A última vítima é a própria mãe de Yuki – Keiko.

Lindsay Boxer decide que é hora de investigar a coincidência de tantas mortes pelo mesmo motivo, em tão pouco tempo.

Ai, ai, ai, ai, ai! Está voltando o estilo chato dos livros anteriores… apesar de eu ter gostado muitissimo da co-autoria de Maxine Paetro – ou será ao contrário?  Fica claro que os co-autores é que trabalham duro e ele só coloca o ponto final na estória.

O nome de James Patterson só faz com que o livro fique mais caro, e o texto acaba ficando pobre.  As margens são muito largas e dão a impressão de que é um livro extenso e consistente.

Eu ainda não consegui entender como é que ele consegue escrever e lançar 4 a 5 livros por ano – ou será que vocês advinham?

Julgando pela qualidade da escrita – com muitos buracos a serem preenchidos – eu acho que James Patterson deveria, pelo menos, dar um pouco mais de crédito aos co-autores, como no caso da Maxine Paetro.  Nos créditos finais, há uma página inteira para descrever a carreira literária de James Patterson e 1 linha para descrever a jornalista Maxine – era melhor não ter colocado nada.  O bom que ela está novamente comandando os próximos livros, até pelo menos o numero 12 da série.  Mais informações sobre ela: http://en.wikipedia.org/wiki/Maxine_Paetro .

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4_DE_JULHO__1312843600P4TH_OF_JULY_1334079014PTá na cara que quem dominou a escrita foi a Maxine Paetro.

Numa noite, a detetive Lindsay boxer tem de tomar uma decisão instantânea: após uma perseguição de um carro com suspeitos, que bate e capota, deixando seus dois ocupantes, presos pelos airbags, em legítima defesa ela tem de atirar – e dá início a uma cadeia de eventos que a disgraçam, deixando uma cidade dividida e uma família destruída.

Os dois adolescentes ricos e entediados que estavam no carro, atiraram em Lindsay e em seu companheiro.  E ela teve de revidar – resultando na morte da garota de 15 anos e em um garoto de 13, tetraplégico.

Acontece que ela havia tomado uns drinks com suas amigas do Clube das Mulheres contra o Crime, antes de ter sido chamada para participar do cerco ao tal carro.  E o nível de álcool aparece nos exames de sangue.

Agora, tudo que ela fez, a vida toda, não vale mais nada. E ela está na mão de 12 jurados, num tribunal, pois o rico pai dos garotos a está processando e pedindo 150 milhões de dólares de indenização.

Para escapar do cerco da mídia, após sair do hospital, Lindsay foge para a cidadezinha de Half Moon Bay, onde moram sua irmã Cat e sua sobrinha.

Mas ao invés de relaxar e curtir o romance com seu namorado Joe Molinari, logo ela descobre que a cidade está sofrendo uma onda de violência onde crimes terríveis se acumulam, sem solução, sem testemunhas, e sem pistas. Mas um detalhe a faz lembrar-se de um caso não solucionado, em que ela participou há 10 anos atrás.

Com uma trama mais centrada em Lindsay – o Clube das Mulheres Contra o Crime tem uma participação relativa, porém valiosa, para salvar a vida, o bolso e a carreira da detetive – agora tenente.

Wow, what a story! – Uau! Que estória! Uma grande surpresa, já que eu estava somente lendo essa série para resenhar para o blog, sem maiores expectativas – li o livro todo num só dia!

Portanto – dê comida aos gatos, ligue o ar condicionado e deite-se num lugar bem confortável para aproveitar a leitura.

Este é o 4º livro da série (resenhas dos anteriores no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/?s=women%C2%B4s+murder+club). O texto está tão bom, tão diferente dos 3 anteriores que só posso achar que o motivo foi a mudança de colaborador – tá na cara que quem dominou a escrita foi a Maxine Paetro.

Mas… Nos créditos finais, há uma página inteira para descrever a carreira literária de James Patterson e 1 linha para descrever a jornalista Maxine – era melhor não ter colocado nada.  O bom que ela está novamente comandando os próximos livros, até pelo menos o numero 12 da série.  Mais informações sobre ela: http://en.wikipedia.org/wiki/Maxine_Paetro .

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3o Grau

3o Grau

3RD_DEGREE_1317318974PSe o leitor leu os dois livros anteriores, fica mais fácil de entender os medos e as esquisitices de nossas protagonistas.

Uma das heroínas do Clube das Mulheres Contra o Crime está para morrer.  Qual delas?

A detetive Lindsay Boxer está se exercitando numa rua de São Francisco, quando uma terrível explosão arraz a vizinhança.

Um sobrado pertencente a um magnata da internet explode em chamas, três pessoas morrem, e um recado sinistro assinado por um grupo terrorista é encontrado na cena do crime, voltado para sua próximas vítimas – os milionários e suas famílias.

We have declared war on the agents of greed and corruption in our society. No longer can we sit back and tolerate the powered class, whose only birthright is arrogance, as they enrich themselves on the oppressed, the weak, and the poor.” (Declaramos guerra contra os agentes da ganância e corrupção em nossa sociedade. Já não podemos tolerar a classe poderosa, cujo único direito é a arrogância, à medida que se enriquecem a custa dos oprimidos, os fracos e os pobres.)

Uma onda de violência atravessa a cidade – e parece que seja quem for que esteja por trás disso tudo tem o objetivo de matar alguém a cada três dias.

O pior é que as quatro mulheres que formam o Clube das Mulheres Contra o Crime descobrem que o assassino determinou uma delas como alvo.  A jornalista Cindy Thomas, a assistente da Promotoria Jill Bernhardt, a médica legista Claire Washburn, ou a própria detetive Lindsay Boxer?

Lindsay descobre que uma delas está escondendo um segredo tão perigoso e inacreditável, que pode destruir a todas.  O que escondem as marcas de agressão, nos ombros de Jill?

Se o leitor leu os dois livros anteriores, fica mais fácil de entender os medos e as esquisitices de nossas protagonistas. O melhor dessa série é podermos acompanhar suas vidas particulares.

Enquanto Lindsay se apaixona pelo agente da Unidade de Segurança Nacional Joe Molinari, que trabalha sempre em países em conflito, Jill luta sua batalha conjugal com um marido violento, após perder o primeiro filho no livro anterior.

Pena que o Pastor que estava namorando Cindy, e o estranho pai de Lindsay, que prometiam ser personagens bastante interessantes, simplesmente desaparecem neste livro. Espero que sejam resgatados nos próximos.

1o a morrer

1o a morrer

 

2a Chance

2a Chance

Este é o terceiro livro da série Clube das Mulheres contra o Crime – o primeiro foi 1st to Die (O primeiro a morrer) e o segundo, 2a Chance (2nd Chance) – ambos com resenha no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/?s=women%C2%B4s+murder+club)

A nova parceria com o escritor Andrew Cross é muito mais dinâmica e verossímel. Mas ainda não está no ponto – ainda achei bastante previsível – continuo achando uma série policial chick-lit, que não deve se lida por leitores interessados em thrillers policias consistentes.

Por enquanto ainda prefiro a outra série de Patterson, com o charmoso detetive Alex Cross (resenhas no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/?s=alex+cross ).

 

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2a Chance

2a Chance

2ND_CHANCE_1272315794PContinuo achando uma série policial chick-lit. Mas, vamos em frente – quem sabe melhora?

Quando uma menininha recebe um tiro na porta de uma igreja de São Francisco, a detetive Lindsay Boxer resolve reunir, novamente, o seu grupo de amigas – O Clube das Mulheres Contra o Crime.

Trabalhando com a jornalista Cindy Thomas, com a assistente da Promotoria Jill Bernhardt, e com a médica legista Claire Washburn, Lindsay caça um assassino misterioso.

Lindsay é a protagonista da série, mas entre essas quatro mulheres há uma espécie de simbiose, agora mais bem desenvolvida do que no primeiro livro.

Os métodos pouco ortodoxos de investigação dessas mulheres (rede de contatos, intuição feminina, insights durante e após uma orgia gastronômina e uma noitada de drinks), levam ao inesperado – o assassino pode vir a ser um ex-policial.

Além disso, Lindsay age sempre de uma forma muito irracional, em se tratando de uma policial condecorada do departamento de homicídios – esquece de pedir escolta policial e tem uma estranha tendência a se ferrar em todas as situações.

Porém, nada as prepara para a lógica doentia da escolha de suas vítimas.

A segunda vítima é uma senhora idosa encontrada enforcada – como no caso da menininha – também negra – as duas aparentadas com policiais.

Um símbolo descoberto em ambas as cenas de crime leva até um grupo racista, mas o assassino auto-denominado Chimera ataca novamente, deixando pistas, deliberadamente, e deixando a polícia cada vez mais confusa.

1o a morrer

1o a morrer

Este é o segundo livro da série Clube das Mulheres contra o Crime – o primeiro foi 1st to Die (O primeiro a morrer – resenha no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/2013/10/19/1o-a-morrer-1st-to-die-james-patterson-serie-womens-murder-club-1/ ).

Achei bastante confuso e chato – previsível, na maioria das vezes – continuo achando uma série policial chick-lit, que não deve se lida por leitores interessados em thrillers policias consistentes.

O que se salva, em minha opinião, é o foco nos assuntos pessoais da detetive Lindsay Boxer – no primeiro livro, ela está lidando com uma doença rara no sangue, neste ela se vê envolvida novamente no relacionamento doentio com seu pai há muito tempo desaparecido.

Acho melhor eu voltar para a outra série de Patterson, com o charmoso detetive Alex Cross (resenhas no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/?s=alex+cross ).

Gosto dos capítulos curtinhos do escritor.  Fica mais fácil de abandonar o livro quando é necessário, ou quando já estamos irritados com ele.  2 a 3 páginas é o máximo que consigo ler de James Patterson, a cada vez que pego um livro dele.

Mas, vamos em frente – como disse na resenha anterior, quem sabe melhora?

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1o a morrer

1o a morrer

1ST_TO_DIE_1287971763PMuito chick-lit pro meu gosto – mas vou continuar lendo e resenhando os próximos – quem sabe melhora?
Este é o primeiro livro da série Clube das Mulheres contra o Crime, de James Patterson, que resolveu dar umas férias a seu charmoso detetive Alex Cross (resenhas no blog: https://houseofthrillers.wordpress.com/?s=alex+cross ).
Como é a única mulher detetive do departamento de homicídios, na cidade de São Francisco, Lindsay Boxer tem de ser durona.
Mas ela nunca havia se defrontado com crimes tão brutais quanto os assassinatos da lua-de-mel, onde um maníaco mata de forma terrível, jovens casais recém-casados.
Lindsay está determinada a descobrir a identidade do serialkiller, mas está passando por uma tragédia pessoal – uma doença rara no sangue, que pode matá-la – e também começa um novo namoro.
Então, ela recorre às amigas Claire Washburn (médica legista), Cindy Thomas (jornalista), e Jill Bernhardt (assistente da Promotoria), que a ajudam nas duas crises (pessoal e profissional) – está criado o Clube das Mulheres Contra o Crime.
Lindsay é a protagonista da série, mas entre essas quatro mulheres há uma espécie de simbiose. Os métodos pouco ortodoxos de investigação dessas mulheres (rede de contatos, intuição feminina, insights durante e após uma orgia gastronômina e uma noitada de drinks), levam ao inesperado – o principal suspeito é um famoso escritor de romances policiais.
“What is the worst thing anyone has ever done? Am I capable of doing it?” (Qual a pior coisa que alguém pode ter feito? Eu sou capaz de fazer isto?) – respondendo às suas próprias perguntas, o serialkiller embarca numa jornada homicida, assassinando suas vítimas na noite de núpcias.
Bom… achei muito chick-lit pro meu gosto – ale de clichezado e óbvio – mas como eu já tenho até o exemplar número 6 da série – vou ler e resenhar – quem sabe melhora?

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